Quando, em 2004, o FC Porto venceu a Liga dos Campeões, com José Mourinho, uma imagem ficou marcada na minha cabeça para sempre. Com 8 anos na altura, não sei se a minha primeira memória dos factos remonta ao dia da final, ou a uma visualização posterior na Internet. Mas, o que interessa é, então, essa imagem: o festejo praticamente inexistente de Mourinho, acabado de vencer a mais prestigiada competição de clubes do mundo.
Marcou-me essa imagem pelo pouco sentido que, aparentemente, teria. Como é que alguém que atinge o topo, na sua área, não esboça qualquer tipo de reacção? Não salta, não grita, não esperneia? Levantar estas questões era ver-me nelas, pois a minha reacção, naquele contexto, seria algo desse género.










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