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Esta frase, integrada no contexto da mensagem trocada entre os elementos do Freeport, é extremamente elucidativa. «O Ministro do Ambiente é tido como a integridade em pessoa».
Ou seja, as pessoas pensam que ele é íntegro. Ninguém vai desconfiar…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
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Esta frase, integrada no contexto da mensagem trocada entre os elementos do Freeport, é extremamente elucidativa. «O Ministro do Ambiente é tido como a integridade em pessoa».
Ou seja, as pessoas pensam que ele é íntegro. Ninguém vai desconfiar…
Um fax com notas manuscritas sobre luvas de dois milhões de libras para licenciamento do outlet de Alcochete. Um dia depois das eleições que levaram à demissão de Guterres, um dos administradores manifesta a sua preocupação "…se o parlamento é dissolvido até às eleições, o Secretário de Estado não pode aprovar nem rejeitar nada".
Reflectindo sobre o resultado das eleições, "a demissão do governo de Guterres significa que Sócrates deixou de ser ministro do Ambiente" e no ponto anterior refere "que Sócrates é considerado um dos pilares do PS e é tido como a integridade em pessoa".
O autor do fax, Keith Payne, confirmou à polícia ter ouvido falar de pagamentos corruptos através de Charles Smith, intermediário no processo e o primeiro arguido no decurso da investigação.
Depois do envolvimento de familiares, do vídeo, do licenciamento à pressa e nos últimos dias do governo, agora um fax a confirmar o que já se sabia. Houve suborno!
Dois milhões de libras valiam à época 3,2 milhões de euros, o equivalente a 650 000 contos.
Alguem acredita que só um é que beneficiou de um licenciamento que exigiu "tratamento urgente e medidas especiais"?
Entretanto, a TVI, muito convenientemente, foi calada durante as eleições!
Novo fax (novo para a gentalha tuga, claro) há muito nas mãos da polícia Inglesa, vem não só confirmar que houve comissões, o seu montante, em libras (dá cerca de três milhões de euros) como a razão para serem pagas naquela altura.
O governo de Guterres estava de saída e havia que pagar para que tudo ficasse preto no branco. O não pagamento impedia o licenciamento do Freeport, naquela altura e perdiam-se mais uns anos, com o processo a voltar ao ínicio.
Diz a SIC que já estaria nas mãos da TVI (a tal que calou a voz à Manela e que foi comprada com a massa dos fundos de pensões da PT) mas que só agora veio a público, convenientemente.
Claro que tudo isto são coincidências e nada está provado.
Mas que este fax entre executivos da empresa proprietária do Freeport existe, existe! Para além de tudo o mais que já sabemos e que tambem não está provado.
Provado, provado está, que temos um empreendimento licenciado à pressa e com graves atropelos a uma zona protegida, vídeos a chamarem os bois pelos nomes, familiares envolvidos, reuniões com quem tinha capacidade de autorizar e agora o fax da polícia inglesa, a dizer o preço e as razões.
Só falta alguem confessar para termos caso!
«Se estamos face a uma possível rejeição (chumbo) do estudo de impacto ambiental, é pouco provável ser possível inverter uma tal decisão seja em que circunstância for, a dois dias da sua rejeição (chumbo) formal por parte do Ministro do Ambiente».
Consta de um fax hoje divulgado pela TVI. Dois milhões de libras de suborno, assumido.
Freeport outra vez. Já não há eleições, pois não?
Mas lembrando o que aconteceu com outro fax, nada de relevante, excepto o pormenor de este fax estar na posse da polícia britânica. Pode ser que o caso seja julgado por lá. Por cá, nem nisso acredito.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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