Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O Aventar ainda não lhe tinha feito a homenagem devida. José Mourinho foi odiado em Portugal, em Inglaterra, em Itália. E por todo o lado foram inventando razões para o seu sucesso. Não há, não há mais razões que não se prendam com uma única: ele próprio.
Soube bem mais esta vitória de um portugês. Mais uma vitória de quem faz mais pelo país do que mil políticos juntos. Mais uma vitória de quem remete os portugueses ditos importantes, de Sócrates a Passos Coelho, para a sua verdadeira insignificância.
Por motivos diferentes, parece ter chegado ao fim a carreira de Jesualdo Ferreira no Porto e de José Mourinho em Milão. Na cidade italiana, vão chorar como nós, portistas, chorámos em 2004.
No Porto, há muita gente que vai chorar de alegria, mas só até saber quem é o próximo treinador. É que se for verdade que será Paulo Bento ou Manuel Machado, então que fique Jesualdo.
A época para o FC do Porto acabou menos mal com a vitória na Taça, a juntar à Supertaça e aos Oitavos-de-Final da Champions.
Foi mau, mas não se pode ganhar o Campeonato todos os anos. E cá para nós, muito tem feito Jesualdo, todos os anos a braços com uma equipa desmembrada.
Lamento informar mas o José Mourinho, o Special One, voltou a provar que não é português. Temos pena, mas não é.
Ele estuda os adversários, ele domina a matéria, não teme nenhum rival e, para cúmulo, é arrogante como o caraças e vence. Todo ele transpira superioridade e prova-o. Reparem, quantos de nós não conhecemos um colega de trabalho, um agente de autoridade, um político ou um familiar armado em arrogante mas ao qual não atribuímos grande importância ou valor pois estamos fartos de o(s) ver falhar redondamente, demonstrar um conteúdo básico para lá da capa emproada que tapa a verdadeira mediocridade? Pensem bem, quantos? Uns poucos, não? Eu conheço alguns. Mas nenhum deles domina as matérias, sabe da poda e vence. Nem um. Até podem ganhar uma ou outra batalha mas perdem sempre a guerra.
Já Mourinho é um vencedor. Eu admiro-o mas não o considero um português. Infelizmente, nós não somos assim.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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