Francisco Seixas da Costa é um javardo


Francisco Seixas da Costa até nem parecia ser um mau embaixador. Mas é – sejamos claros! – um javardo. Deixemo-nos de eufemismos. E os políticos que se revêem no seu estilo são isso mesmo – uns javardos.
Para além de javardo, é cobarde. Atira a pedra e esconde a mão. Não gostou que lhe respondessem à letra no Twitter, vai daí fez-se de calimero (como se os primeiros insultos não tivessem partido dele) e a seguir bloqueou a sua conta.
Para além de javardo, não sabe escrever. Revêem-se escreve-se com dois e. Com um e, fica revêm-se – se não sabe o que significa, pergunte ao seu colega Jorge Ritto.
Quando penso em Francisco Seixas da Costa, penso num dos coveiros da Linha do Tua. A mando de Sócrates e de Mexia, prestou junto do ICOMOS um trabalho essencial para a construção da barragem e para a destruição de uma das mais belas linhas férreas do mundo. Espero que tenha sido recompensado em conformidade.
Entretanto, muito atento ao fenómeno futebolístico, ficamos a saber por si que os adeptos do FC Porto são javardos e que todos os sportinguistas apoiantes de Bruno de Carvalho também o são. De fora da sanha javarda de Francisco Seixas da Costa fica Luís Filipe Vieira. Pelos vistos, o discurso por ele proferido na Assembleia Geral do Benfica há pouco tempo – «Não comprámos o filho da puta de um resultado», «Jorge Mendes não tem um caralho de um jogador, caralho» ou «Isso é merda» – não é suficiente para ser apelidado de javardo.
Pois é, senhor embaixador, o respeitinho é muito bonito.

Casa Pia: Carlos Cruz condenado a 7 anos


Carlos Cruz – O senhor televisão é condenado a 7 anos – o nome mais importante do processo é punido exemplarmente. Vá ou não preso de imediato devido aos recursos, a sua carreira acabou.
Carlos Silvino «Bibi» – 18 anos de prisão para aquele que foi em simultâneo um réu e uma vítima da Casa Pia.
Jorge Ritto – Seria um escândalo se o embaixador saísse livre, tais eram as provas contra ele. 6 anos e 8 meses.
Ferreira Dinis – O médico do Ferrari leva tantos anos como Carlos Cruz – 7 anos.
Hugo Marçal – 6 anos e 2 meses para o advogado que apareceu nunca se percebeu de onde (agora percebe-se).
Manuel Abrantes – 5 anos e 9 meses para aquele que liderou a Provedoria interinamente.