Páscoa: Coelhos e ovos

Esta coisa dos coelhinhos e dos ovos, tudo misturado por alturas da Páscoa mete-me alguma confusão. Anda a malta a ensinar aos putos que os coelhinhos nascem da mãe, tomam o leitinho e blá…blá…
E o que acontece nesta altura?
Os ovos são postos pelos Coelhos. Neste caso pelo Coelho da Páscoa.

Não sei se esta confusão resulta da pressa do Coelho da Alice, que desesperado em fugir da Rainha de Copas, acaba por ser obrigado a fazer o que não queria com um galo.
Não sei se é uma teoria válida, mas talvez o Pacheco Pereira ou o Nuno Rogeiro, ou, imaginem só, o Miguel Sousa Tavares nos possam presentear com uma explicação válida.
Há quem diga que os ovos e as LEBRES eram, em tempos, usados como símbolos de fertilidade. Terá sido o DEUS mercado (sempre ele) que veio trocar as voltas a isto tudo, transformando ovos cozidos em ovos de chocolate e trocando coelho por lebre.
Não lhe parece, caro leitor que temos que mudar aqui qualquer coisa? No ditado popular, ou se passa a dizer coelho por lebre ou então temos que trocar o coelhinho da Páscoa por um gato ou uma gata.

Se tal acontecer já tenho um tema para o post Pascal de 2011: Páscoa – gatos e ovos.
Boa Páscoa.

A lebre do governo

A táctica é antiga mas sempre usada, uma e outra vez. Quando o governo (este ou outro)precisa ou pensa tomar uma medida impopular “sonda” a reacção popular, colocando na praça pública a medida, pela voz de “um independente” . Chama-se na gíria “a lebre”!

A lebre de Sócrates é Vitor Constâncio, desde os célebres 6,03% de déficite, o que permitiu a Sócrates aumentar os impostos contra todas as suas promessas eleitorais.Agora lança a lebre mais apetitosa para o governo, mas que é tambem a mais perigosa. Aumentar impostos! Qual? Parece ser o IVA, é o mais transversal, o mais fácil e tambem o que dá dinheiro mais depressa. [Read more…]