
com Nuno Lopes, Beatriz Batarda e Miguel Guilherme
Um filme português realizado por Marco Martins (2005). Ficha IMDB
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

com Nuno Lopes, Beatriz Batarda e Miguel Guilherme
Um filme português realizado por Marco Martins (2005). Ficha IMDB
Esta coisa dos coelhinhos e dos ovos, tudo misturado por alturas da Páscoa mete-me alguma confusão. Anda a malta a ensinar aos putos que os coelhinhos nascem da mãe, tomam o leitinho e blá…blá…
E o que acontece nesta altura?
Os ovos são postos pelos Coelhos. Neste caso pelo Coelho da Páscoa.

Não sei se esta confusão resulta da pressa do Coelho da Alice, que desesperado em fugir da Rainha de Copas, acaba por ser obrigado a fazer o que não queria com um galo.
Não sei se é uma teoria válida, mas talvez o Pacheco Pereira ou o Nuno Rogeiro, ou, imaginem só, o Miguel Sousa Tavares nos possam presentear com uma explicação válida.
Há quem diga que os ovos e as LEBRES eram, em tempos, usados como símbolos de fertilidade. Terá sido o DEUS mercado (sempre ele) que veio trocar as voltas a isto tudo, transformando ovos cozidos em ovos de chocolate e trocando coelho por lebre.
Não lhe parece, caro leitor que temos que mudar aqui qualquer coisa? No ditado popular, ou se passa a dizer coelho por lebre ou então temos que trocar o coelhinho da Páscoa por um gato ou uma gata.

Se tal acontecer já tenho um tema para o post Pascal de 2011: Páscoa – gatos e ovos.
Boa Páscoa.
Habitualmente chego tarde a tudo o que está na moda. Quando já não é novidade para ninguém, quando já é notícia requentada, chego eu. Aconteceu justamente isso com o “Avatar”, de James Cameron, que só agora fui ver.
E fiquei muito surpreendida ao descobrir que, afinal, o “Avatar” é um western. Um western altamente sofisticado, visualmente estonteante, um western no qual os cavalos são pterodáctilos e tudo vem por cima de nós, mas um western.
Daqueles tocados pela veia sensível, em que os índios são seres humanos e os cowboys bons se juntam a eles para derrotar os cowboys maus, e apesar de se saber que os terrenos escondem petróleo, não se viola o cemitério sagrado para os nativos.
Tão western que, no momento mais difícil da batalha, quando tudo parece perdido, eis que irrompe, milagrosamente, a cavalaria, sendo que, neste caso, a cavalaria consiste em criaturas aparentadas com as que existiram no nosso planeta algures no Jurássico. [Read more…]
já não falta tanto para espreitarmos o outro lado do espelho…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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