Villas-Boas «aponta a um ataque comedido ao mercado de verão»

O novo treinador do Marselha não se pronunciou sobre os mercados de verei, verás, verá, veremos e vereis.

Bruxo

Quando a bola é redonda e o árbitro não é de confiança temos que crer. Lampião que é Benfiquista faz o balanço antes do jogo começar – até porque prognósticos feitos no final podem mostrar-se errados – e é-lhe revelado que a Vitória não escapa.

Ora, sabendo que a águia Vitória não bebe leite, vermelho que seja rouge bebe tinto em lugar de verde, nunca cassis blanc de Marseille e, quanto a bebidas azuis, jamais.

Ao fim de uns copos é fácil ver Jesus, até mesmo a Trindade, dois golos para cá, um para lá. O problema é ver-se primeiro um para lá. É, então, tempo de rezas, preces, quebrantos e de mais um copo ou dois. A seguir tudo frutifica, vê-se até uma Maxi-Pereira dar golo e não peras. Começa o rouge a mostrar a sua força, o campo estremece, tudo pode acontecer. Bebe-se mais um gole e vê-se um Angel, por sinal di Maria, falhar um golo que tinha na mão por chutar com o pé errado.

Mas é tudo uma questão de e de manter oculto no banco o espírito de Alan Kardec e de o fazer reENCARNAR em campo.

É aí que a fé passa a certeza: não há que mudar o nome de BenFICA para BenVAI para ir sempre em frente.

Os golos do Marselha – Benfica

O que dizer do jogo de hoje?
Este é um ano de memórias boas, de momentos bons… De um grande futuro.
Não sei o que vamos conseguir ganhar este ano e até pode ser NADA!
Mas a alegria que se vive por ver o BENFICA assim.
Que GRANDE EQUIPA, que qualidade, que coração!
Que o Zé Paulo merecia ter vivido mais para ver ESTE BENFICA.
Por mim, esta vitória é para ti amigo!

Marselha 1 – Benfica 0

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Marselha 1 – Benfica 1 (Maxi) [Read more…]

Os golos do Benfica-Marselha

Este Benfica já viu jogos mais fáceis e, sobretudo, já tornou jogos muito mais fáceis. O Marselha posicionou-se sempre bem e campo, não cedeu espaços e, animado por Lucho Gonzalez, criou algumas situações de perigo. Mas o Benfica jogava na Luz e mandou sempre no jogo, pese o facto de falhar recorrentemente o último passe. A equipa das águias não esteve exactamente ao nível a que habituou os adeptos, não apenas por mérito do adversário mas, também, por deixar que algum nervosismo toldasse o raciocínio de alguns jogadores. O golo adversário chegou a estar à vista, não fosse uma excelente defesa de Júlio César a dois tempos. Com a entrada de Fábio Coentrão as coisas melhoraram e o Benfica marcou pouco depois, num lance em que beneficiou de alguma sorte. O resultado parecia feito, estando, ainda assim, o Benfica muito perto do 2-0 com um potentíssimo remate à trave de Ramires. Quando nada o fazia prever, ao minuto 90, surgiu o empate do Marselha. Um balde de água fria, muito fria, para as hostes da Luz. Oxalá não provoque uma pneumonia na deslocação a terrenos gauleses.

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Benfica – Marselha: O golo de Vata, um brincalhão

Vinte anos é muito tempo. Se Paulo de Carvalho cantava, há uns anitos, “10 anos é muito tempo”, imagine-se agora 20. É o dobro.

Numa entrevista sobre um dos mais célebres lances do futebol português, ao jornal i, Vata garante: "Havia vento e marquei com o peito. A sério, é como lhe digo". O “marquei” refere-se ao golo que apontou – com a mão ou peito – pelo Benfica ao Marselha, para a Taça dos Campeões, há 20 anos. Um golo que valeu a presença na final, perdida.

As convicções, respeitáveis, de Vata são lá com ele. Os rapazes do Marselha é que não estavam nada convencidos. E a ‘mão de Deus’ tinha sido há apenas quatro anos…