“Apelo dramático à comunidade internacional”
Na Guiné prendem-se os de opinião diferente. Cá não, que isto aqui é uma democracia.
Podemos continuar no Euro?
“Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem inteligência se debatem em dúvidas e indecisões.” * (Bertrand Russell)
No meu artigo “Porque vale a pena apostar em África” publicado em 04.07.1997, afirmei entre outras coisas:
“ … O caminho da saída da crise [de então], de valores ideiais e materiais, portanto, não é o do euro. Nem para Portugal nem para os UE. Esta, para assentar finalmente com os pés no chão, terá que ser construida, antes que venha o euro, em primeiro lugar nos corações dos seus cidadãos … “. Ao mesmo tempo propôs uma estratégia diversa cuja perseguição asseguraria a Portugal uma ascenção sócio-económica orgânica e sustentável.
Como é sabido, uma vez que na altura o mar ainda estava azul e calmo e os subsídios fluiam abundantemente, essa estratégia não foi perseguida. Com efeito, os “capitães de água doce” optaram pelas medidas de costume. Precisamente aquelas que nos levaram à situação em que hoje nos encontramos. O euro acabou por ser introduzido com sucesso e parecia uma solução definitiva não só para os problemas de Portugal mas também para alguns outros candidatos menos fortes da zona Euro – apesar das suas economias fracas e pouco diferenciadas do tipo “me too”. [Read more…]






Recent Comments