Caramba… Parvoíce, por parvoíce, a gente ficava só com uma!
Ou bem que é uma oportunidade ou bem que é uma tragédia pessoal?
Moedinha ao ar? Ou então, iam os dois experimentar para depois decidir, boa?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Caramba… Parvoíce, por parvoíce, a gente ficava só com uma!
Ou bem que é uma oportunidade ou bem que é uma tragédia pessoal?
Moedinha ao ar? Ou então, iam os dois experimentar para depois decidir, boa?
[...] tudo uma questão de oportunidade Publicado a 15/05/2012 por João Paulo Diz o tipo que estar desempregado é uma oportunidade. Logo, encerra as Novas Oportunidades. Estar [...]

Tradução dos documentos publicados pelo FMI no dia 12 de Junho 2013.
Serviço público por iniciativa privada.
Perceber a greve de ontem pelas capas dos jornais de hoje, é como ler sobre o FCP na Bola ou no Record.
«Ou as fontes do jornal fumam substâncias proibidas ou, então, é o jornalista que assina a peça». Se querem utilizar este tipo de linguagem, têm bom remédio, vão para a taberna.
diz o Primeiro-ministro turco Erdogan, para usar o argumento da legitimidade democrática. Resta saber quantos votaram, isto é, o que representa 50% desses cidadãos eleitores. Não há volta a dar-lhe: a democracia representativa não funciona em lado nenhum.
Trilha-se o anterior caminho mas Sócrates agora diz: “Greve dos professores é justificada”.
“Nuestra democracia viene de una reforma y no de una ruptura con la dictadura”, diz o jornalista espanhol Carlos Elordi. A nossa também, mas ninguém fala disso.
Se há cinco anos foram mais de 120 mil os professores que se manifestaram (…) ontem estiveram cerca de 80 mil (…) em 2008 eram cerca de 140 mil professores e hoje são pouco mais de 100 mil. in Correntes
Até podem fazer um gráfico, mas não se esqueçam das parcelas.
A Raquel Varela é do PCP, e temos ”os países (…) com ideologia próxima do bloco“. Coisas da moda.
Mas alguém ainda acredita na cantiga dos professores manipulados pela Fenprof? 100 000 carneiros é um rebanho que não cabe em Portugal.
Como descobriu bem cedo o Vítor Cunha e seus comentadores aplaudiram. Esta entrevista é uma fraude, só pode.
«Ando há 12 anos na escola, na escola pública». É isto que não lhe perdoam. Se se chamasse Martim e estudasse nos Salesianos, já era a maior.
Governo tem até 15 de Julho para encontrar substituto para a TSU dos pensionistas.
Desta vez, os sindicatos estão de parabéns! Em Junho não há notas para ninguém…
O que é nacional é bom? Pensando algumas situações por trás dos resultados, parece-me que sim.
Os rapazes estão finalmente a começar a entender-se. O Vitor fala em “janelas de oportunidades” abertas pelo desemprego. O Coelho afina pelo mesmo diapasão e fala em “portas de oportunidades” que se abrem para os desempregados.
Ainda vamos ser todos entrepreneurs.
Um dia você vai apreender que uma tragédia é, também e quase sempre, uma oportunidade, como acontece com o desemprego, porque um emprego apenas é um modo de vida e nunca deverá ser um modo de morte.