Fernando Lopes 1935/2012

Morreu Fernando Lopes, realizador de cinema, autor de Belarmino ou de O Delfim, um dos pioneiros do Novo Cinema português. Bon-vivant, boémio, companheiro de aventuras de José Cardoso Pires, Fernando Lopes deixou uma longa filmografia de que se podem ver aqui algumas imagens.

Filme referência do Novo Cinema português, Belarmino, sobre o boxeur Belarmino Fragoso, é um documentário de longa-metragem ancorado no neo-realismo, reflectindo sobre a vida de um homem de origens humildes que se tornou campeão e a forma como o próprio e a sociedade de então lidaram com o fenómeno. É o filme que escolhi para homenagear Fernando Lopes. R.I.P.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Eu vi Belarmino e todos os filrmes de Fernando Lopes que conheci bem como sua “mulher” Maria João Seixas” que era uma cagona, e que agora substituiu o meu Amigo que LIMPOU o esterco da Cinemateca – Luis de Pina (desapareceu creio que em 1991) e que levou o conhecimento da Cinemateca a todas as cinematecas do mundo ocidental – e fez a 1ª revista de Cinema – éramos do Clube CCB e foi o 1º a escrever livros sobre o cinema português (que tenho) e sobre John Houston e outros – e tenho claro) – a Luis de Pina segui Bernara da Costa que igualmente já cá não está mas conheci “mal”- aliás conheci alguns realizadores de cinema portugues que felizmente está a ser premiado em Veneza e Berlim o que bem merece – mas já passaram 50 anos sobre o início do cinema – mas estes governantes nem sei o que fizeram à histórica e magnífica TOBIS – só sabem destruir – e eu fiz na TOBIS o cenário (de exterior do Filme “O BOBO”) de josé Álvaro de Morais, igualmente desaparecido mas muito cêdo – ele e o seu amigo Jasmim (pintor e cenarista) que para o BOBO fez cenário de interior) Tempo em que eu andava por todo o lado da lisboa cultural e interessante e viva e sem alienação automóvel e túneis e ladrões – Com quem andei nas tertúlias do Copa Cabana e Vává e Hot Clube de ??? VillasBoas e outro café-tertúlia da Fontes Pereira de Melo (???) e tudo o que era novas actividades de portugal “adormecido” e conheci o pintor Relógio, + Azevedo (e fiz algo para expo dele na Galeria Valentim de Carvalho) e conheci o pintor iniciado na 11 e que foi para o Porto (???- Batarda) que era residente da galeria 111 – e igualmente desprezado pela cabrona da Europa (que conheço e não preciso de conhecer mais) – Fernando Lopes era um senhor não apenas como cineasta e esteta mas também como “ser humano” gentil e que sabia “amar” – era culto e humilde – como são os “maiores” homens – Já nem sei se a Abelha na Chuva é dele pois já nem recordo toda a sua filmografia – já ganhei direito a não ter a memória que toda a gente tem aos 40 anos – pois já nem 40 anos tenho – nem quero voltar atrás nem um só dia – e sou do tempo das matinés classicas do Tivoli e S.Jorge e Império (hoje assalatado pelas yurdes brasileiras) e vivi o 25 de abril como um sonho esperado e o 1- 1ºde mais como a confirmação da alma dos portugueses que andam baralhados sobretudo os menores de 30 anos – embora tenha ensinados lindod jovens de 23 anos que estão à espera, ávidos, de saber e de os DEIXAR pensar para corrigir “algo” onse se desviam de valores universais do homem e dos saberes que formam a consciência e solidificam a liberdade de ser com a mior responsabilidade sem ser só a dar “bocas” como muitos dizem aqui, neste blog e noutros- a liberdade de ter consciência e a cinsciência de ter liberdade e não copiar para exames de avogados e juízes e médicos – e comprar diplomas universitários já que ensinei em váris escolas superiores e universidade e fundei a 1ª escola profissional do país em Monte de Caparica onde “formei gente” de todas as idades e bancos e pretos – todos juntos todos iguais – embora tenha tido problema com um skin head – mas resolvi o problema que a escola não resolveu mas resolvi eu – deixei toda a turma – e nem me puseram na RUA – formei todos a arranjei emprego para todos alguns que seguiram universidade – pois – sou do tempo de Ferando Lopes e amdávamos na RUA e no Hot Club e no que Lisboa oferecia de maior qualidade – calro que continua a haver qualidade mas não é o que mais está à vista – nem na TV de que Luis de Pina foi Director e foi um tempo da mais alta qualidade e cultura sem ser só “xatice” – até havia programas de teatro e ópera e cinema e ballet e quem não queria tinha outros peogramas e não se ganhava 7 mil contos/mês para certos “jornalistas” – não tenho saudades do meu tempo – tenha pena da descida à mentira e mediocridade e assalto ao meu IRS para dar aos mais medíocres – aos “relvas” e compagnons- vou ouvir sarkozy na SIC-21-30H-2 maio 2012

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  1. […] Pedro Correia, no Aventar, May 02, 2012 at […]

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