Já fez a 4ª classe? No seu tempo é que era?

Então tente resolver a prova de aferição de matemática da “4ª classe” e, já agora, também a de Língua Portuguesa.

Depois diga-nos qualquer coisa.

Comments

  1. eyelash says:

    para os mais interessados segue uma ligação importante: http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=447&fileName=PAF_InfConj_Jan2012_LP_Mat.pdf

  2. patriotaeliberal says:

    Quando os alunos continuam a ser cobaias, usados como estratégia política, então é porque continuamos a caminho do fundo que parece não ter fim.

    Resultados maus são precisos para provar que o que se está a fazer no MEC tem sentido: agrupamentos de escolas gigantescos, turmas enormes (porque não há estudos científicos que provem que turmas mais pequenas tenham melhores resultados e melhores condições de aprendizagem), liberdade de escolha de escolas,etc…

    No final ( e se isto chegar ao FIM! cruzes!), por volta das próximas eleições, os exames mudam e, tcharam, os resultados melhoram substancialmente.

    Estes governantes não gostam de jovens e dos alunos: mandam-nos emigrar, retiram-lhes bolsas de estudo, mandam-nos para outras escolas, apontam-lhes trabalhos precários, dizem-lhes que a aculpa é deles por estarem desempregados – pois que sejam entrepreneurs e não sejam piegas – …

    Só faltava esta, que também não é novidade só que é mais clara: os alunos como armas de estratégia política declarada!

    Estes governantes não gostam dos cidadãos!

  3. xico says:

    Sou a favor dos exames e de provas de aferição. Mas depois de ler os enunciados de matemática e de português, não digo: no meu tempo é que era (anos 60). De facto. A prova de Matemática pareceu-me demasiado confusa e complicada. A de português exige um bom nível de entendimento. Dei aulas durante muito pouco tempo a alunos do 5º e 6º anos na década de 80. Os meus alunos, em 90 %, não conseguiriam fazer nenhuma das provas. Nem sequer entenderiam os enunciados. Se os alunos do 4º ano as conseguirem fazer, num mínimo de 60%, então Portugal está salvo.

  4. Pedro says:

    Não conta para nada, quero é que o ME se…


  5. Ora…

    Nem mais.

    Pena é não serem eles que têm que ensinar todos os dias uma turma grande com vários níveis de ensino (anos de escolaridade e não só) e vários alunos portadores de necessidades educativas especiais.

    Aposto que num um dia duravam, quanto mais 25 horas mais duas de bónus, a quem resolveram chamar “apoio ao estudo”.

    E já agora, resolveram mudar os programas de Matemática, porque razão?! Eram muito simples?! Experimentem, então, em alunos do 1º ano que ainda nem ler sabem!

    Por favor, mas alguém isto?! Alguém que seja realmente “influente” ponha os olhos na REALIDADE!

    Desculpa, mas tinha que comentar, tinha que dizer e ainda tinha muito que falar!

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