Desigualdade, desemprego, empobrecimento. Se continuar, o programa de austeridade vai levar 1/3 dos europeus à pobreza até 2020/2025.
Fonte: Relatório da Oxfam.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Desigualdade, desemprego, empobrecimento. Se continuar, o programa de austeridade vai levar 1/3 dos europeus à pobreza até 2020/2025.
Fonte: Relatório da Oxfam.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não iam as novas tecnologias finalmente libertar os cidadãos e possibilitar-lhes mais tempo para os seus tempos livres, família e amigos?
Não ia a economia e o desenvolvimento sustentável contribuir para uma vida melhor e para acabarmos com a pobreza e a fome?
Como é que, assim de repente, somos privados desta qualidade de vida para a qual tanto lutámos e trabalhámos? E como é que, de repente, somos confrontados com tanto desemprego e com mais pobreza e fome a baterem à porta?
Como é que, de repente, parece que voltámos a um cenário de Peste Negra, em pleno séc. XXI?
Dizem-nos que vivemos acima das nossas possibilidades, dizem-nos que temos de empobrecer e de renunciar ao estado social porque não somos nem fomos prudentes, trabalhadores e pacatos cidadãos. Dizem-nos para emigrarmos ou para os nossos filhos emigrarem. Tudo o preço a pagar por ousarmos ter o direito a uma vida com qualidade.
E os que nos dizem isto são os ecos e os testas de ferro de sociopatas e criminosos a viverem nas suas torres de vidro.
Mas os vidros quebram-se, não quebram?
Sem falar que somos uma sociedade quase na pós escarcidade onde as máquinas fazem a maior parte do trabalho e onde, portanto, não há trabalho para muita estar empregada 40h por semana.
“Se continuar, o programa de austeridade vai levar 1/3 dos europeus à pobreza até 2020/2025.”
E o que é isso face aos novos ricos» Há que pensar em grande!
Antes da austeridade está a deslocação de fábricas e capitais para outras paragens mais apetecíveis, se forem só 25 milhões até que nem será mau, a Europa declinará muito mais (mantendo as condições atuais, americanos, nos acordos de comércio).