Votar PSD é afundar ainda mais…

Não é muito complicado encontrar tesourinhos BRUTALMENTE deprimentes das parvoíces ditas pelos incompetentes que nos psddowngovernam há dois anos. Aliás, já antes das eleições, o Coelho candidato dizia que:

“Portugal está hoje com a maior dívida pública de que há memória”. Passos Coelho referiu ainda que “o país tem um nível de desemprego que ameaça a coesão e a justiça social” ou “”Queremos pôr Portugal a crescer, a criar riqueza e emprego.”

E, como pretendiam os ignorantes laranja atingir tais objectivos? Simples – Ir além da TROIKA. Ir além, não! Ir MUITO além da TROIKA.

Aliás, Pedro, o primeiro é seguido por um conjunto de boys que subscrevem sempre o que diz o líder e por isso, saltam de lugar em lugar, à procura do tacho mais adequado. Marco António é o exemplo mais visível – não é um trocadilho, porque o homem não tem culpa de ser mais pequeno que o Marques Mendes.

Quer dizer, ninguém é mais pequeno que o Marques, mas o Marco é. É o jotinha que salta de Valongo, para Gaia, saltita depois em Lisboa, de lugar em lugar, mas sempre no mesmo registo, uma espécie de Jorge Coelho dos tempos modernos. E, confesso, fico surpreendido com os comentários à sua posição – o personagem vem dizer tudo ao contrário do que foi defendido por Passos Coelho e pelo PSD e isso é objecto de apreço?

Usar expressões como insubmisso na mesma frase do nome do mais alinhado boy dos tempos modernos é algo, no mínimo, estranho – será que alguém me consegue apontar alguma profissão, alguma actividade desenvolvida por este senhor?

Pessoas como Marco António são o que de pior aconteceu (e pelos vistos acontece!) a Portugal. Ele não tem uma cruz ao liderar a campanha do PSD nestas autárquicas – basta ver os milhares e milhares de euros gastos no Quim Barreiros e no Emanuel pelas freguesias do meu concelho para perceber que esse é o menor dos problemas que ele tem em mãos.

Cada um de nós tem que exigir outro caminho, outros protagonistas porque a nossa história recente mostra que esta forma de fazer política, onde hoje se diz A para amanhã dizer B, como se nunca tivesse dito A, não tem futuro.

E, meus caros, dia 29 só há uma maneira de votar – em todos menos nos incompetentes que nos governam!

Dia 29 à noite haverá dois lados – os que votaram com o Governo e os que votaram CONTRA o Governo.

Os primeiros serão utilizados por Marco António para justificar a venda da Escola Pública e do Sistema Nacional de Saúde, bem como o corte nas pensões. Os segundos terão dito que é preciso definir um outro rumo.

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