In Memoriam

infâmia

 

 

 

 

 

 

 

 

Dedicado a todos os seres humanos que perderam a vida às mãos de bárbaros terroristas num dia infame.

Comments


  1. É absolutamente verdade o que disse.
    Mas já que recorda um 11 de Setembro, deve igualmente recordar um outro 11 de Setembro de 1973 em que bastantes mais do que 3.500 inocentes (estes foram os das Torres), morreram às mãos dos americanos mancomunados com o terrorista Pinochet… e nunca ouvi nenhum responsável americano fazer o mea culpa desse acto.
    É importante não branquear o que não pode ser branqueado.

    • Simão says:

      “É importante não branquear o que não pode ser branqueado.”

      Concordo em absoluto. Não se pode branquar, por exemplo, as STASIS, o Glavnoie Upravleniye Lagerei, as Securitates as NKVD’s/KGB ou o regime do ressabiado seminarista da Geórgia…..ou será que isso já se pode “olvidar”.

      Ou comem TODOS…….
      Certo?!
      Ou será que as indignações são “selectivas”.


      • Disse… “.ou será que isso já se pode “olvidar”.”.
        Não, não pode.
        Só que não vem a propósito do 11 de Setembro!

        Mas eu percebi a sua tentativa de branqueamento… oh se entendi!

  2. João Paz says:

    Recordar unicamente um dos 11 de Setembro ainda por cima sem ter em conta que as torres gémeas foram IMPLODIDAS com tecnologia só existente nos EEUU é um favor feito aos terroristas que dominavam E DOMINAM o povo americano.

    • coelhopereira says:

      O caro João Paz perdoar-me-á a franqueza, mas é minha humilde opinião que o senhor deveria reflectir um pouco mais nessa sua, que não só sua, convenhamos, teoria da conspiração. Se o fizer, verá que chegará a uma conclusão mais ponderada e, a meu ver, bastante mais exacta acerca dos factos.
      A argumentação de que a derrocada das Torres Gémeas se deveu a um “inside job” mais não é do que uma reacção racista e chauvinista de massas ignorantes (que não são poucas) dos EUA a um acontecimento traumático. E essa tendência para a teoria conspirativa não é nova, antes pelo contrário. Assim como a “vox populi” estado-unidense põe em causa que Lee Osvald tenha assassinado john Kennedy, ou que Siran SIran tenha enfiado uma bala mortal em Robert Kennedy ( como poderia, no primeiro caso, um ex-marine completamente falhado ter acabado com a vida do glamoroso presidente do brilhantíssimo farol democrático do Mundo?; como seria possível, no segundo dos casos, a última esperança do todo poderoso clã Kennnedy acabar às mãos de um obscuro palestiniano?), assim também ela se recusa a acreditar que uns encardidos árabes tenham tido a vontade e o engenho de desviar dois monstruosos jactos e despenhá-los nos gémeos orgulhos arquitectónicos da resplandecente Nova Iorque. A lição subjacente à teoria é a de que só os poderosos americanos podem causar dano à poderosa América. Todo aquele que não pertence ao clube dos WASP sofre de cobardia hereditária e de burrice primordial. Quem não teve o beneplácito divino de nascer nos EUA é, numa palavra, um sub-humano, uma insignificante formiga incapaz de causar dano à nova super-raça eleita por Deus e pelo dólar, eis o que, subliminarmente, corre sob a aparente racionalidade da teoria conspirativa.
      No entanto, se olharmos para os factos, o que nos deve espantar ( ou talvez não…) é a absoluta incompetência e a mais asinina estupidez daqueles que se gabam de ter os melhores serviços de segurança do planeta: os piratas/assassinos entraram; à vontade, nos EUA, e aí se prepararam, com calma e racional empenho, na tenebrosa tarefa que se impuseram. Tal
      como o ex-marine Osvald, atirador que acertava num alvo a 200 jardas, se pôde prepara para estoirar com o crânio de john Kennedy sem que ninguém o importunasse. Tal como Siran Siran, agastado com o apoio do candidato democrata Bob Kennedy à assessoria bélica a Israel, se aproximou sem entraves do alvo que pretendia abater.
      O que não nos faltam são exemplos hollywoodescos dessa mesma teoria da conspiração: com a saga “Rambo” e as preciosidades cinematográficas de Chuck Norris todos ficámos a saber que quem derrotou a poderosa máquina bélica dos EUA no Vietname não foram o Povo Vietnamita e o génio de Vo Nguyen Giap, mas sim a quinta coluna dos políticos filo-comunas do Capitólio. Estou certo que, num futuro muito próximo, teremos alguma produção da terra dos sonhos a didacticamente explicar-nos como os bons rapazes armados até aos dentes vindos lá dos States não foram miseravelmente derrotados, no Afeganistão, por uns fulanos enrolados em trapos e armados de relíquias da era soviética, mas, isso sim, foram vencidos pelas titubeantes políticas de americaníssimos políticos.

      • Nightwish says:

        “A argumentação de que a derrocada das Torres Gémeas se deveu a um “inside job” mais não é do que uma reacção racista e chauvinista de massas ignorantes”
        Ao contrário da reacção dos americanos contra todos os muçulmanos e invasão de um país que nada tinha a ver com o assunto, criando muitos milhares de mortos e a criação da ISIS.

        ” Assim como a “vox populi” estado-unidense põe em causa que Lee Osvald tenha assassinado john Kennedy”
        Diga-se que o tiro é assim um bocado para o impossível…

        ” os piratas/assassinos entraram; à vontade, nos EUA, e aí se prepararam, com calma e racional empenho, na tenebrosa tarefa que se impuseram. ”
        Matando menos do que os automóveis num ano.

        “mas, isso sim, foram vencidos pelas titubeantes políticas de americaníssimos políticos.”
        A verdade é que os americanos e o resto do mundo vive num teatro securitário que praticamente não adiciona nada a não ser poder chamar terrorista a alguém incómodo e enfiá-lo numa cela secreta até ao fim da vida, além de todos os outros efeitos destructivos em várias constituições pelo mundo.

        A Al-Qaeda devia ser um erro de arredondamento nas preocupações das pessoas.

        • coelhopereira says:

          Uma pergunta: não compreendeu aquilo que eu escrevi ou isso é só vontade de embirrar?
          Quanto a “tiros impossíveis” ( foram três e não um só, como erroneamente escreveu), leia “Parkland”, de Vicent Bugliosi, e logo me falará de imaginosas dificuldades.
          No que diz respeito ao seu comentário: já pensou dedicar-se à confecção de mantas de retalhos? É que aquilo que é uma maçadora e intransponível maleita no comentário a textos alheios (o corte a despropósito, mas supostamente cirúrgico, que amputa o espírito e a lógica do que foi escrito, com a posterior enxertia descabida de remoques aparentemente corrosivos a ideias que não foram expressas e a raciocínios que se não tiveram, levando a, digamos… um certo estranhamento estético consubstanciável no anglicismo “what a fuck?!!!”) é, por outro lado, de mor serventia na sábia função de irmanar a mais diversa e, “a priori”, inconciliável trapalhada num vasto e agradável mosaico policromático, cujo simples visionamento se materializará num lusitaníssimo “que maravilha!” Sinceramente: pense nisso.
          Os meus mais sinceros cumprimentos.

          • Nightwish says:

            Podia ser, mas, como pôde notar, eram bravos apontamentos ao que disse de forma a que talvez quem lê-se se apercebesse que nada é assim tão simples.
            Não era meu objectivo contrariar o que disse e, como tal, não percebo o problema do meu comentário.
            A não ser, de facto, a minha conclusão, que estaria noutro post se assim fosse o método de operação na internet.

      • João Paz says:

        Não´tem nada a ver com a posição chauvinista que refere caro Coelho Pereira. As provas são mais que muitas e o FACTO de o FBI ter impossibilitado a audição das comunicações dos bombeiros que falam em múltiplas explosões e o FACTO de nunca nenhum avião ter derrubado um edifício são alguns entre muitos outros que não me parece sequer curial enumerar.

        • coelhopereira says:

          Caro João Paz, essa de nenhum avião ter alguma vez derrubado um edifício tem que se lhe diga… Os diminutos caças dos “Kamikaze” japoneses da II Guerra Mundial afundaram porta-aviões, mas é claro que um monstruoso jacto comercial carregadinho de combustível não provoca o mínimo dos danos a um edifício.
          O que eu penso atrás ficou escrito. E, desculpe-me a falta de modéstia, o que atrás ficou escrito é um pouquinho mais profundo (e mais claro) do que teorias da conspiração que se escoram no ar.
          Os meus mais sinceros cumprimentos.

          • João Paz says:

            “Teorias da conspiração”???!!! “Mais profundo”???!!! Limitei-me a anotar factos caro Coelho Pereira. E a propósito do que diz e não entrando em pormenores técnicos (coisa que TÉCNICOS AMERICANOS já fizeram) tem ideia de quantos aviões comerciais (carregadinhos de combustível) já embateram em prédios sem que os mesmos fossem derrubados? Certamente que não ou não escreveria o que escreveu.

  3. João Paz says:

    Nem parece seu António Almeida.

  4. coelhopereira says:

    Sim, devemos prestar homenagem aos seres humanos que foram barbaramente massacrados naquelas duas torres. Ao fazê-lo, mostramos bastante mais grandeza de alma do que os governos que criaram o monstro que os consumiu ( quem apoiou, financiou, armou e treinou os fanáticos islamitas do Afeganistão na sua santa “jihad” contra a URSS, fanáticos esses metamorfoseados, mais adiante, nos talibã?) e que enlamearam a sua memória com uma panóplia de guerras genocidas, torturas e assassínios ( Iraque, Afeganistão, Guantánamo, Abu Grahib e a omnipresença assassina de bandos de “drones”), respondendo ao crime hediondo com ainda mais hediondos, e continuados, crimes.
    Se tais sangrentos manobras já vêm do tempo de Reagan ( eternas saudades!), continuaram com os Bush (o papá e o filhinho do papá) e desembocaram, passando pelo maravilhoso casal Clinton, em Obama, este último deu à coisa um maravilhoso tom de comédia macabramente surrealista: o primeiro presidente “negro” dos EUA não fez a coisa por menos – apadrinhou uma limpeza étnica na Líbia, armou até aos dentes os mesmos que agora diz serem o inimigo número um do cândido e civilizadíssimo Ocidente e lançou a Ucrânia nos braços de filhinhos dilectos do Terceiro Reich. E nós, a UE, tudo isso acefalamente apoiámos, governados que somos por rafeiros sem olfacto nem visão, mas que têm a prenda de possuírem meigas e muito trabalhadoras línguas com as quais pressurosamente lambem o traseiro de seu imperial dono.
    Por tudo o que acima disse, é forçoso, ao prestar homenagem aos assassinados das Torres Gémeas, lembrar o dito de Hemingway, tornando-o nosso e do nosso tempo: não nos perguntemos por quem os sinos dobram, pois eles dobram por aqueles que se deixam governar por gente que lucra com a morte que agora tece e que nos há-de apanhar no seu mortal enleio num futuro muito breve – eles, os sinos, dobram por nós. Por todos nós.

    • João Paz says:

      Se esquecer “E ,nós, a UE” (porque não me revejo no império germânico nem votei em nenhum referendo como outros países fizeram para aderir à “U”E) este seu comentário aplaudo-o de pé Coelho Pereira.

      • coelhopereira says:

        Agradeço-lhe sinceramente o aplauso que é, certamente, uma bondade sua por mim não merecida, caro João Paz. Mas convenhamos que, quer queira, quer não queira, eu, o senhor e todos os que vivem aqui no rectângulo, com ou sem referendo, pertencemos a esse navio que rapidamente se afunda nas fragorosas águas da História que dá pelo nome de UE.
        Agora, o que é verdade, e nisso consigo concordo, é que não nos podem obrigar, nem a si, nem a mim, nem a ninguém a anuir com as políticas dos anõezinhos que nos governam.
        Os meus sinceros cumprimentos.

  5. Ferdinand says:

    Também recordar a guerra do Iraque, uma guerra artificial com efeitos muito reais, um crime contra a humanidade que causou centenas de milhares de mortos directos e indirectos.

    Mas não percamos tempo com pormenores, centenas de milhares de mortes é um bom preço para o milagre económico do qual hoje os iraquianos beneficiam, hoje o iraquiano comum pode ir ao mercado comprar o que lhe apetecer!
    Tanta liberdade de escolha que a ideologia de Milton Friedman, neoliberalismo/ Washington Consensus, concedeu aos iraquianos!

  6. adelinoferreira45 says:

    “É que eu defendo e prezo a Liberdade, mesmo daqueles que pretendem tirar a Liberdade aos outros.”

    A pérola acima faz parte dum comentário que foi escrito pelo autor do post no dia 26/01/2014 pelas 20,35h. aqui no Aventar.


    • Gosta de distorcer o que escrevo. Se um dia quiser, terei o maior prazer em discutir consigo este e todos os pontos que entender. Não reclamo para mim qualquer superioridade moral e reitero o que então escrevi no copy-paste que se deu ao trabalho de colocar. Na altura foi por ter defendido a existência de partidos nazis. Ora o 11 de Setembro serve como uma luva para lhe explicar o que até agora parece não ter compreendido. Deixe de lado os nazis e vire a agulha para fundamentalistas islâmicos, liberdade máxima para as suas ideias por mais loucas que sejam. Acaso já me viu escrever sobre os mapas de califados actualmente ressuscitados? Ou subscrever proibições de Mesquitas ou uso de véu islâmico? Ou criticar os defensores do Estado Palestino? (que de resto defendo). O que me vê é defender a tolerância 0 para actos criminosos. Defendo que um nazi pode vestir a farda e marchar. O que não pode é matar… O mesmo se aplica a todos os outros….
      Será que à 10ª tentativa me consigo fazer compreender? Provavelmente não, talvez defeitos do meu péssimo português, aliás, atá hoje incapaz de escrever no AO 90…

      • coelhopereira says:

        Pois, meu caro António Almeida… Concordo plenamente consigo no que à tolerância diz respeito. Contudo, eu, ao contrário de si, tenho uma política de tolerância zero para com fardetas, fanfarras e passeatas nazis. E explico-lhe a razão de tal postura: é que a ideologia nazi é completamente indissociável da vontade de aniquilar fisicamente aqueles que são vistos, por “razões” rácicas ou ideológicas, como o sub-humano inimigo. A coisa pode começar por fardetas, fanfarras e passeatas, contudo, não existindo tal coisa a que possamos chamar de nazismo humanitário, civilizado e bem comportadinho, vai acabar ( como aconteceu na Alemanha dos anos 20/30/40 e acontece agora na Ucrânia do Svoboda e do Pravy Sektor) em hediondo genocídio.
        A História já nos ensinou que as democracias conservadoras ocidentais tiveram a veleidade de contemporizar com aquela que à altura achavam ser a picaresca nação fardada, vociferante e de bracinho alçado de Adolf Hitler ( abandonando a República Espanhola à agressão nazi/fascista, traíndo miseravelmente a Checoslováquia, rechaçando todas as propostas de comum pacto antinazi da URSS). Incrivelmente, os geniais timoneiros desta barca de loucos que é a UE vão, hoje, ainda mais longe do que o seu senis avôzinhos de antanho foram: ao cobarde abandonismo face às vítimas da besta nazi, preferem o colaboracionismo activo, entrando de peito feito na refrega ao lado dos trinetinhos nazis de Stepan Bandera e dos valorosos e mui prolíficos genocidas da Divisão Waffen SS Galicia.
        O meus mais sinceros cumprimentos.

        • coelhopereira says:

          Errata: não “o seu senis”, mas sim “os seus senis”.

        • Nightwish says:

          O senhor escolhe silenciar os nazis, outros escolhem os fascistas, os comunistas, os sindicalistas, os muçulmanos, os que não são muçulmano, as mulheres, os pobres, os judeus… Quem decide quem pode falar e quem não pode, ao mesmo tempo que os governantes os as pessoas fazem exactamente o mesmo de que nos queixamos nos outros?

          • coelhopereira says:

            O senhor, perdoe-me a franqueza, é só mais um ingénuo que ardentemente defende a liberdade de expressão de quem se está borrifando para a liberdade de expressão dos outros e a pretende aniquilar, implacável e violentamente, num futuro muito próximo. Esse seu espírito de tolerância aparece, aos olhos de quem implicitamente defende, não como um sinal de força, mas sim como um sinal de fraqueza. E essa gente, a quem o senhor tão ardentemente defende o direito à palavra, aos fracos não dirige o convencimento da retórica: encosta-os a uma parede, cobre-os de metralha e enterra-os nas valas comuns que previamente os obrigou a cavar. E note a irracionalidade do seu argumento: eu, que me lembro, e não esqueço, a guerra de extermínio racial que o III Reich levou a cabo na Polónia e na URSS, sou culpado de intolerância ao advogar tolerância zero para com defensores desses genocídios; quem hoje na Grécia mata à pancada estrangeiros e quem, neste preciso momento, na Ucrânia, leva a cabo uma limpeza étnica no Leste do país é a infeliz vítima da minha intolerância. Como?!!! Perdão?!!! Deixe-me dizer-lhe uma coisa: as minhas mãos não estão sujas com o sangue de ninguém e nunca, mas nunca, me ouvirá clamar pela “liberdade” de quem cevou, ceva ou cevará as suas mãos no sangue de crianças, mulheres e homens que cometeram o hediondo pecado de estarem no caminho de uma ideologia que, intrinsecamente, advoga a aniquilação física do próximo, pois o mundo pertence a uma raça eleita que dita quem vive e quem morre.
            Essa sua postura que mistura alhos e bugalhos (nazis e judeus, muçulmanos e sindicalistas, pobres e mulheres, fascistas e comunistas) sem o mínimo rigor analítico, só pode ser filha do grande e totalitário “ismo” que, desgraçadamente, engoliu, neste nosso tempo, toda e qualquer leitura racional e minimamente consequente da realidade – o Relativismo, em que tudo se equivale a tudo, tudo é igual a tudo.
            Pergunta-me qual é o critério que me leva a esta posição? Eu digo-lhe: é o critério da memória histórica – a lembrança de Guernica e dos 200.000 fuzilados do pós-guerra franquista, a lembrança da guerra química do fascimo italiano na Etiópia, a lembrança do Guetto de Varsóvia, a lembrança de Babi Yar, a lembrança da redução a cinzas de Estalinegrado. a lembrança dos campos de extermínio, a lembrança das Fossas Adriatinas, a lembrança de todo um mundo de terror que o senhor ou nunca se deu ao trabalho de minimamente estudar e conhecer ou já esqueceu na sua fraca memória de instalado numa democracia acéfala de palhacitos pseuliberais muitíssimo satisfeitos com a sua (deles) incomensurável ignorância.
            Setenta anos dão para fazer esquecer muita coisa a muita gente, como também também dão para acumular muita ignorância e cândida estupidez , as quais passam por alicerces de uma sólida cultura democrática.
            Desejo-lhe, sinceramente, boa sorte nessa sua peleja pela inalienável liberdade de expressão de racistas e genocidas ( consumados ou em potência). Fale muito, e muito alto: há que aproveitar o tempo, enquanto os seus frágeis protegidos não chegam ao poder e não levam por diante as suas democráticas reformas – é que ser-lhe-á um pouco difícil falar com a boca cheia de terra.
            Os meus sinceros cumprimentos.


          • …na “mouche”!

            Parabéns.
            Uma resposta brilhante a um fascista cinzentão.


      • O objectivo do meu comentário era dar a conhecer o seu conceito de “liberdade” aqueles que andando por aqui não o conhecem. É que você defende a existência de partidos nazis apenas para “decorar” a chamada democracia. A sua opinião levou até um Aventador de nome MCS a recusar participar num blog tendo como companheiro alguém com semelhante pensamento. O meu comentário aliado ao post sobre o mesmo tema acima, permite que o seu pensamento sobre liberdade fique a “céu aberto”

  7. Vitor Afonso says:

    Já foi feita uma investigacão independente sobre os acontecimentos, por isso não é demais vermos essa versão do que foi demonstrado sobre esses acontecimentos:

    https://www.youtube.com/watch?v=TVFIk9K8Tyk

    Para uma completa visão dessa investigacão dinamarquesa:

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