
Num café da minha rua, uma máquina de tabaco não aceita moedas de 1 euro alemãs e austríacas. Que é do símbolo, que cria uma espessura diferente das outras, diz o dono do café. Será?
Boicote?
Setembro existe

Fonte: Financial Times (http://on.ft.com/1BxKxsI)
Segundo a RTP, o jornal *Finantial Times divulgou que o Banco Espírito Santo terá feito empréstimos não declarados ao Espírito Santo Internacional, através do Panamá. O problema é que o jornal Finantial Times não existe. Aquilo que existe é o jornal Financial Times. Como *atualizado, em português europeu. Não existe. Aquilo que existe é actualizado. Quanto a Setembro, sim, existe: Setembro existe. Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
Please say yes…
-Os assuntos de qualquer nação apenas a ela dizem respeito. Considero positiva a realização do referendo na Escócia. Como também defendo o mesmo princípio para o País Basco, Catalunha e nem me importaria que Portugal para satisfazer a vontade de muitos monárquicos realizasse uma consulta para decidir o regime político. No final há que respeitar o resultado. Principalmente os estrangeiros, como eu, era o que mais faltava ter uma palavra a dizer nos destinos de qualquer nação que não a minha. A Democracia pode ser uma maçada para alguns e nem sempre estamos de acordo com as consequências da livre escolha. Mas não existe sistema melhor. No entanto confesso estar a torcer por uma vitória do Sim à independência da Escócia.
Liga Mundial de Hóquei começa hoje
Portugal, através da sua selecção sénior, inicia hoje a participação na primeira ronda da Liga Mundial. Recorde-se que, há dois anos, os Linces conseguiram mesmo a qualificação história para a segunda ronda.
Neste ano, contudo, essa expectativa pode ser bem diferente. Houve demasiados problemas, há uma preparação incompleta, houve desinteresse de alguns atletas, não houve respeito pela Federação e pela camisola nacional.
Quem o diz é seleccionador nacional, Mário Almeida, que, frontal e sem receios, analisou para a FPH o momento. [Read more…]
Aroma de Hitler

Cada vez estou mais convencida de que o mundo está a transformar-se na caricatura de si mesmo, ridícula e superficial até ao limite do suportável.
Numa época em que se vão fazendo evidentes as semelhanças entre o momento actual e a história recente, e em que por isso tão vital é conhecê-la, quanto mais não fosse como antídoto para a repetição do que ela teve de pior, reparem na promoção que um canal televisivo temático decidiu fazer de uma série de programas dedicados à II Guerra Mundial.
O perfumista Lourenço Lucena foi convidado a criar um aroma para cada um dos protagonistas da série: Winston Churchill, Adolf Hitler, Franklin D. Roosevelt, Hideki Tojo, Benito Mussolini e Josef Estaline. Conhecer os “aromas da história”, é a original metáfora, e enormíssimo desafio, porque os aromas desta história não são aqueles que costumam caber num frasquinho de essências: o sangue derramado, e “só o sangue cheira a sangue”, dizia Anna Akhmátova, o gás das câmaras de Auschwitz-Birkenau, a carne queimada em Hiroshima. Não era simpático, deve ter pensado o perfumista, e por isso inspirou-se nas características dos protagonistas, homens fortes, de aroma intenso. [Read more…]
Sanções, petróleo e os hipócritas do costume
(Na foto: shake-hands entre o presidente russo Vladimir Putin e Rex W. Tillerson, CEO da Exxon Mobil)
Há algo que não bate certo nesta cruzada do Ocidente contra o opressor russo. Na verdade, existem várias coisas que não batem certo. O Ocidente – leia-se a política externa norte-americana imposta aos seus colaboradores habituais – vai endurecendo o discurso contra a suposta ingerência de Moscovo na crise ucraniana e as sanções sucedem-se. É expectável que hoje sejam apresentadas novas sanções, tanto da parte dos EUA como da UE, que incluem proibições ao sector financeiro russo de aceder a capitais norte-americanos e a empresas energéticas de se financiaram nos mercados de capitais da União. Um acto de coragem? Não é o que parece.










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