
Alberto João Jardim não está politicamente morto; está é mal enterrado. Há pouco, perante a possibilidade de o Tribunal Constitucional promover uma recontagem (apoiada, agora, por quase todos os partidos), proferiu declarações absolutamente lamentáveis, abrindo guerra à CNE – com argumentos que visam colher nos habituais fans e fazer reviver o seu estilo “agarrem-me que me vou a eles” -, tentando fazer dela “bode expiatório” e propondo a sua extinção.
Assim, procura distrair os incautos do verdadeiro problema que é o das chapeladas a que certas mesas não resistem, se se julgarem impunes. Com isso, embaraça o seu próprio partido – se é que tal coisa, para ele, existe – já que este, com compreensível habilidade, subscreveu o pedido de recontagem ao TC promovido pela CDU. Jardim é o emplastro político que quer continuar a assombrar-nos a todos, incluindo os seus próprios apaniguados. Eles que tratem do assunto. Nós, para esse peditório, já demos.






Este aborto representa bem a excrescência que é a classe política portuguesa.
Não é bem a cereja em cima do bolo, este anormal é mais o cagalhão em cima da merda.
Nauseabundo…
JARDIM, Simbolo máximo da irresponsabilidade abrilista, juntamente com comunistas, antisalazaristas, sindicalistas e todos quantos o respectivo trazeiro serviu para dar brilho às botas do meu ídolo.
Que descanse em paz em Santa Comba, não vejo o dia em que será erguido ali um grande panteão.
Fosca-se, o seu comentário tresanda a mofo e a estupidez. Vá lá prá cova fazer companhia ao criminoso do seu ídolo. Já lá devia estar há muito tempo.
Lamento informar-lhe mas esta besta é precisamente filho da besta do salazar, todos os governantes ps psd cds, nasceram do seu sonho fascista de salazar. Não percebo como é que o senhor não gosta. É estranho. Já que você reaça de meia tigela é igualzinho ao calhordas do jardim.
The true King…
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Alberto João Jardim, The True King…