Quem não se consegue governar a si próprio…

Acaba vivendo acima das possibilidades, avançando com teorias que as dívidas não são para se pagarem mas para serem geridas. O pior é que para suceder aos incompetentes que nos (des)governam já se perfilam os incompetentes que nos (des)governaram. A alternância está garantida, mas a mediocridade permanecerá imutável. O Estado a que a choldra chegou, ou uma versão sec. XXI para “de vez em quando é preciso mudar algo para que tudo fique na mesma”. Em Portugal mudamos de governo…

Comments

  1. Konigvs says:

    Não caso vigente, tenho mesmo sérias dúvidas que mudemos de governo. Entre os ladrões de direita, o oportunista que deu à costa e os 13057262940 partidos de esquerda, quer-me parecer que as pessoas preferem a estabilidade de votar nos ladrões que já conhecem bem.


    • Tenho dúvidas que o PS possa alcançar a maioria absoluta. Por outro lado, se coligados, os partidos da actual maioria no máximo podem vencer à tangente, mas longe dos 116 deputados. Ninguém o admitirá antes das eleições, mas comecem a pensar no bloco central…

  2. Carvalho says:

    Com tanto e tão descarado alterne, já não sei se isto ainda é um país ou uma gigantesca casa de putas…

  3. Rui Silva says:

    Caro Carvalho,
    Que comparação descabida. Uma casa de putas é um negocio honesto que para sobreviver tem que ser bem gerida. Para isso tem de fornecer bons serviços aos seus clientes e ao preço adequado.

    A comparação que faz não faz sentido.

    cumps

    Rui Silva

    • Carvalho says:

      Tem razão. Tomáramos nós ser governados por uma Madame de uma dessas casas e estaríamos melhor servidos do que com a escumalha que nos desgoverna.
      Peço humildemente perdão às putas por as ter, de algum modo, equiparado aos bandalhos do desgoverno…Não se faz…


  4. Penso que se formos inspeccionar as contas dos 5 partidos que compõem a AR, tenho sérias dúvidas que algum deles tenha as contas em ordem… isto apesar da transferência de verbas acima das possibilidades do país que anualmente são entregues aos partidos para propaganda, porcos no espeto e concertos de música pimba.

  5. Hélder P. says:

    Isto não é um país, é um sítio e mal frequentado…
    E sim, o meu medo é que o bordel do “arco da responsabilidade” que nos levou a 3 intervenções do FMI, se deite todo na mesma cama e nos faça a nossa. Uma vez mais.

    Entretanto, o povo assiste sereno ao futebol, aos programas de domingo à tarde e de vez em quando discute no café o casting para a novela das presidenciais. A austeridade prolongada tem efeitos de anestesia, não obstante continue a matar o paciente.

  6. JgMenos says:

    Quanto mais insultam os políticos mais afastam da política quem a poderia regenerar.
    Generalizações só favorecem os coirões que há na política.

    • Carvalho says:

      Onde estão os políticos que não são coirões?
      Quem são os políticos decentes e honestos?
      Em quais se pode confiar?

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