Saiu-lhes o tiro pela culatra 

Lendo o artigo fico com a seguinte interpretação. O PSD lembrou-se de tiar uma carta da manga para fazer política: propor que a UTAO avaliasse o custo da solução escolhida para o Novo Banco. Como para chico-esperto, chico-esperto e meio, os partidos que suportam o governo avançaram que seria de avaliar o custo das alternativas. Ao que o PSD  concordou, até que ficou claro que estes estudos teriam que ser simultâneos. Lá se ia a janela temporal para fazer demagogia. Gorada a intenção, resolveu o deputado Leitão vir para a comunicação social fazer o teatro que estava guardado para mais tarde. É o que se arranja. É claro que se passou uma borracha sobre a palhaçada, essa sim digna de ditadura, que teve lugar em sede própria. 

Comments

  1. Eu mesma says:

    Os salazarinhos a gritarem “fascismo”, a apontarem o dedo a um suposto “papão totalitário comunista”. Dá vontade de lhes vomitar em cima. Devem mesmo pensar que o povo é burro, mas a verdade, é que o povo anda a acordar. “De boca em boca/Nas redes sociais/Ouvem-se verdades/Que não vêem nos jornais”.


  2. Claro que não foi isso que se passou mas – hey – que a realidade não estrague uma boa ficção.

    O PSD entregou um requerimento. O PCP entregou outro. A do PSD foi votada. Passou. A do PCP foi votada. Não passou. A esquerda amuou, e mudou os votos da primeira votação.

    O que se passou foi simplesmente isto. O resto é folclore. Ah, e tal, eles tinham prometido que votavam a favor. Ide lamber sabão.

    • ernesto says:

      “O PSD entregou um requerimento. O PCP entregou outro. A do PSD foi votada. Passou. A do PCP foi votada. Não passou.”
      Isto é falso! Mas se escrever muitas vezes, talvez passe a verdade absoluta..É uma questão de enviar mais postais!


    • Marco, logo no início do artigo diz-se “Não havia jornalistas na sala, pelo que a prosa que se segue é resultado do cruzamento das versões dos intervenientes.” Como afirma com essa convicção, depreendo que o Marco não é jornalista e que lá estava.

  3. JgMenos says:

    A AR tem por missão fiscalizar as aclões do governo em funções.
    Os geringonços querem fiscalizar as acções de hipotéticos governos ou mais dramaticamente de extintos governos em acções não realizadas.

    Geringonço mesmo! Definem-se não pelo que são mas pelo que dizem seria se não fossem!
    Crise de identidade ou pura ralezada?

  4. anti pafioso. says:

    Ó leitão , não ganhas juiso ,continuas a fumar o mesmo produto do teu amigo ,por isso continuas BURRO como ele .

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