
Explique-nos, senhor presidente do PSD, como é que pensa dar um banho de ética na política portuguesa com José Luís Arnaut sentado ao seu lado?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Explique-nos, senhor presidente do PSD, como é que pensa dar um banho de ética na política portuguesa com José Luís Arnaut sentado ao seu lado?
[…] bem Rui Rio em correr com os Hugos Soares desta vida. Não que surgir com José Luís Arnaut sentado a seu lado no congresso credibilize a retórica do ba…, mas já não há paciência nenhuma para os restos do passismo. E de certeza que o PSD tem lá […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Mais um que teve de engolir o pastel! Nunca soube como é que o Grão-mestre do Capítulo da Confraria do Pastel de Molho conseguiu chegar tão alto! Quantos pastéis não terão sido necessários para o ingresso na Goldman Sachs!
Uma das especialidades dos chamados partidos do arco da governação quando estão na oposição, é baralhar e dar de novo para ficar tudo na mesma. Isto pela simples razão de que o importante é a sua própria sobrevivência política e até económica, e não os portugueses como um todo.
Pacheco Pereira num bom artigo, hoje, no Público, explica de forma clara porque razão o PSD não pode ter medo de inflectir à esquerda, se quer recuperar o centro.
Ou será que esta gente ainda não se deu conta de ter perdido 700.000 eleitores de 2011 para 2015? Parece que não.
Pior ainda, hoje esse número já será bem maior.
https://www.publico.pt/2018/02/17/politica/opiniao/a-armadilha-da-politica-a-direita-face-a-um-ps-moderado-1803381?page=/opiniao&pos=1&b=list_opinion
Acresce que este Congresso do PSD, mais do que um momento de viragem e nova abordagem dos problemas que nos afectam, está a ser sim, uma espécie de liturgia de exaltação e glorificação dos anos da troika e do legado de Passos Coelho.
Ora, se algum legado Passos Coelho deixou aos portugueses foi precisamente a Geringonça, fruto da forma como o país foi brutalmente agredido por uma casta de ultra liberais, onde pontificam os Pedros Ferrazes da Costa, os Arnauts, os Catrogas, e outros tantos, herdeiros da velha tradição fascista.
Resta-nos a esperança que o PSD mantenha o seu registo habitual da última década, falo do discurso, para não sermos tentados a dar-lhes de novo o benefício da dúvida.
Não caiam na armadilha, é apenas mais fantochada laranja…
Aliás, acho que o banho de ética já tinha começado lá para os lados das praias de Ovar…
Atenção, houve engano, não é “banho de ética na política portuguesa”, mas sim: um banho de espuma, à saída dos tubos de descarga da Celtejo, no Tejo.