João Tilly encina as massas

João Tilly, “intelectual” e ideólogo do Chega, afirma, peremptoriamente, que Portugal é o país mais iletrado da Europa. Na frase seguinte, do alto da sua cátedra de alumínio com antena parabólica, usa a palavra (vamos chamar-lhe assim, para facilitar a interpretação do cheguês) “encino”. Estas merdas não se inventam.

Comments

  1. Patolas says:

    Pençem bem…

    • POIS! says:

      Pois sim!

      Pençem que o encino é que instrói, ó egnorantes!


      • O fado é qu’induca e o vinho é qu’instroi.
        Mai nada.

        • POIS! says:

          Pois claro!

          Cumé qu’axa que o Tilly xegou onde xegou?

          Ó p’ra ele a cantar o “fado Ventura” e a emborcar da caneca!

          • Abstencionista says:

            XÔ Pois,

            Se o vinho “é que instrói” tu devias ser prémio Nobel da literatura.

            Mas para reparar essa injustiça aconselho-te a concorrer ao guiness como recordista “a emborcar copos”.

            eheheh

          • POIS! says:

            Pois tá bem, menino abstencionista (em regime de franchise).

            Saiba o menino que ser um assumido analfabeto não é vergonha nenhuma. Por razões várias o menino tem levado uma vida horrível, induzida pelo Psicopata, pelo que a sua iliteracia está completamente desculpada.

            Aliás, os meninos, com M grande, não se medem pela sua literacia, mas sim por outras qualidades que o menino abstencionista, desafortunadamente, também não possui.

            PS. Para a próxima experimente responder a quem deve. Se não sabe ler, peça ao padre da freguesia, que ele estudou muitos anos.

          • Abstencionista says:

            Xô Pois,

            “…peça ao padre da freguesia, que ele estudou muitos anos.”

            Tão religioso que és!!!
            Os milagres que o vinho da missa faz que até tens visões de homens nús a trepar nas azinheiras.

            eheheh

          • POIS! says:

            Pois sim, menino abstencioneiro (em regime de franchise).

            V. Exa é tão analfabeto que até responde a si mesmo. E continua!

            Está completamente lixado da cornadura. É só “ehehehs”, parece um mongoloidezinho.

  2. POIS! says:

    Xega de iliteracia! Tenham nossão!


  3. Ahaha. Qe gramde analfaveto. Naue eh açin qe çe iscreve “inçino”.


  4. Mas a serio. Ele até tem razão. Num pais onde os patrões têm menos preparação que os próprios empregados não se pode esperar muito.

    • Rute says:

      Deste comentário depreende-se que ser patrão é algo de bom, e é algo que convém ou estará destinado aos melhores / mais bem educados / mais bem formados. O meu comentário tem por base essa premissa.
      Verificando que os patrões tem menos preparação que os funcionários , o que estará mal nesta situação?
      Numa análise relativa da situação, os patrões estão bem , uma vez que mesmo sem uma educação formal conseguem superar os que tiveram o privilégio de obterem formação.
      Por outro lado podemos pensar que os “mais bem formados” podem não ser realmente os mais bem formados. Isto é o que a realidade demonstra.
      Mas chegados aqui temos que por em questão a qualidade da formação “fornecida” partindo do principio (para mim irrefutável ) que o defeito não está nas pessoas, pois teríamos que admitir que os que estudam são mais limitados que os que não estudam!.
      Parece que os mais “formados” não serão realmente os mais preparados . Talvez o que chamamos de preparação ou educação não seja real , pois parece que alguém com “menos preparação” formal consegue melhores resultados que aqueles que a obtiveram. Será que o tempo que se anda na escola não passa de perda de tempo ? A julgar pelos resultados parece que sim.
      Não podemos esquecer que a educação no nosso pais está nas mãos do Estado. O Estado quando fornece alguma coisa tem tendência a fornecer mal e caro. Como hoje em dia os partidos do governo usam os resultados educativos como arma política, enveredam pelo relaxamento do nível de exigência para mostrarem um sucesso educativo inexistente. Esta situação é muito grave pois configura uma perfeita “corrida para o fundo” . Relaxar o nível para obter melhores resultados na secretaria , e os resultados a secretaria são muito maus…Logo é necessário relaxar mais a exigência para obter melhores resultados e o ciclo repete-se.
      Em resumo : Os nossos considerados “melhores” são superados pelos que apenas tem a escola da vida…
      Transportar isto por exemplo para o futebol seria o mesmo que uma “equipa profissional” perdesse contra uma “equipa de café “.
      Agora a parte lúdica da coisa que também é preciso:
      Dentro de momentos seguem-se os comentários pretensamente jocosos e inócuos do que do esquerdoide que gosta de bigodes a mandar-me prá cozinha. Hoje ainda não sei o que irá ser, mas algo especial pois é sexta-feira …

      Rute


      • “Todo o sargento do exercito Português deverá saber ler e escrever, pois o seu oficial comandante, por ser fidalgo poderá não o saber.”
        O que levou o Conde de Lipe a dar essa ordem há quase 260 anos mostra muito da mentalidade tuga.
        Quem está em posições de poder não precisa de ter conhecimento, o estatuído serve-lhe. Quem é obrigado a esforçar-se para adquirir saber são os subordinados. Afinal são estes quem faz realmente o trabalho. Os outros “é á patrão”.
        E não, o nosso ensino não é mau. Se há 40 anos tínhamos um taxa de analfabetismo de 25% e a maioria dos que não eram analfabetos ficavam-se pela 4ª classe não vamos esperar que neste pais, ao contrario da europa do norte e de muita da leste, se tenha uma grande tradição de apreço pela aquisição de conhecimento. E claro, isso reflete-se nos resultados escolares.

        • Rute says:

          Comparar o nosso ensino é bom em relação à situação de 40 anos atrás!
          Eu diria que o nosso ensino é excelente comparando com 100 anos atrás e se compararmos com a situação de 1143 então é q somos fantásticos.
          Não seria mais lógico comparar com outros países à data de hoje ?

          Rute


          • Estou a ver que a Rute tem alguns problemas de literacia.
            Em lado nenhum fiz comparações com outras épocas.
            Apenas chamei a atenção que há pouca tradição de estudo no nosso pais.
            Um pai que terminou a custo a 4ª classe em 1974, um par de décadas depois, não se irá preocupar que o filho tenha dificuldades no 8º ano por não saber conjugar os verbos ou por não entender o teorema de Pitágoras.
            Afinal o 9º ano é mesmo necessário? E isso dos verbos e do Pitágoras servem para alguma coisa?
            É bem provável que esse pai faça estas perguntas. Afinal nada disso lhe parece ter-lhe feito falta.

      • Paulo Marques says:

        Ou isso, ou é uma questão estrutural que se criou quando se decidiu que o empresariado devia voltar a ter a sua acumulação de capital, que aproveitou não para modernizar a produção, mas para aumentar a extração, dando-nos Bernardos, Granadeiros e outros visionários.


  5. Cabessinha pençadora! 😎

  6. Luís Lavoura says:

    “encina” é “azinheira” em castelhano

  7. estevesayres says:

    Provavelmente o neofascista queria dizer ancinho… Nunca se sabe quando vai levar com um ancinho nas costelas…


  8. Tilly formado na Universidade de Coimbra, de acordo com o chegou a constar que sua página de facebook… ajuda a compreender o nível de Português!!!

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