Num repente, mais repentinoso que repentino, aparecem duas sondagens que dão empate técnico entre o PS e o PSD, fazendo desaparecer, noutro repente, a distância de 4 pontos percentuais que os separavam.
Muito conveniente, diga-se, para quem pretende não a vitória, mas secar por completo os pequenos partidos da esquerda à direita.
Semana difícil para os que não aderem ao Bloco Central, mas…, esperem um pouco…, ah, sim, o Costa faz saber, noutro repente, que, afinal, nunca recusou entendimentos à esquerda.

Ora pois! Deve ter sido por isso que já afirmou e reafirmou que apenas um orçamento apresentará caso seja Primeiro-Ministro, aquele que não obteve a aprovação da esquerda que agora volta a dizer pretender abrir a porta.
E siga o baile que a coisa vai bonita de se ver!






É, de facto, tudo muito conveniente. E, para quem pedia a maioria absoluta, nem parece muito triste.
Por uma vez estamos todos de acordo. Estas sondagens são tão encomendadas como as anteriores. Agora, para que o “povo do PS” vá votar – evitando que se repita o que aconteceu ao Medina – e para que o “povo de esquerda” vote PS. O PS não perdia 10 pontos de vantagem numa semana nem que o Costa fosse apanhado a gratificar-se com um ovelha (quanto muito, perdia o apoio do PAN… e daí, talvez não).
Esta ratazana quer ir embora. Vem aí tempos difíceis e ele já se governou. Agora há-de vir alguém que nos vai tirar deste atoleiro que a esquerda ciclicamente nos mete. Porque estaria triste ? Já tem a prateleira dourada para onde irá à conta dos impostos cobrados aos pobrezinhos que lhe vai garantir uma tranquila e abastada reforma. Ainda há de ser conselheiro de estado e ser condecorado.
Nós somos assim, até o corrupto e criminoso do Lula do Brasil foi Honoris Causa pela Univ. Coimbra.
D. Diniz que nos perdoe.
Joana Quelhas
Não é pobrezinhos, é peste grisalha a viver acima das suas possibilidades a quem devia ser dada a liberdade de não conseguir aceder a um médico.
Sempre com este vocabulário arcaico, a menina.
Pois não me diga!
O D. Diniz agora é santo?
Bem, podia ser pior se fosse de Direita. Mas a lei das Sesmarias desmente-o imediatamente! A terra a quem a trabalha!
Uma coisa é certa: parece que a papar virgens e santas ninguém lhe levava a palma. E é capaz de, pelo meio da coisa, ter convertido algumas. Não me admira!
Até porque é conhecido que se tratava de um grande músico!
Se continuas assim vais tirar o lugar ao Menos 🙂
A Joana Quelhas é o Menos, na versão pimba ,da Rosinha.
Eu levo no 📦
Eu destaco-lhe a 🍌
Eu mexo nos telhões do meu 😍
O que deveriam ser candidaturas de deputados, está limitado a candidaturas de partidos.
Conhecem algum candidato a deputado que tenha sido publicado em mais de uma frase que não seja cabecilha de partido?
É o puteiro democrático da democracia orgânica, herdeira do PREC comuna.
Esse instituição comunista, os partidos políticos…
Têm uma falta de cultura que nunca deixa de surpreender.
Ó imbecil!
Democracia orgânica pode ter ou não multipartidarismo.
Para que não entres em loop, o que define a democracia é a liberdade de candidatura eletiva..
Ó asno, o que define a democracia no conceito liberal, é a liberdade de escolha “inter pares”, dentro de regras estabelecidas de forma prévia e aceite por todos, como por exemplo, uma Constituição, ou um Estatuto de uma Associação, Ordem, etc.
Já a tua Democracia Orgânica é maus do género do Franquismo, ou coisa similar em que a liberdade “inter pares”, pura e simplesmente não existe.
Mas como tu não passas de um anormal, até no conceito maus básico de democracia hoje em vigor, o liberal, para ti está desatualizada.
Na realidade não passas de um escarro.
Ó anormal, tu, sendo uma besta, podes candidatar-te a Presidente da Républica, recolhendo ou comprando assinaturas sem criar orgão algum,
Já não te podes candidatar a deputado pelo teu círculo eleitoral sem criares ou seres aceite num dos orgãos antecipadamente criados para o efeito e denominado partido político.
Entrou-te nesse bestunto o que quer dizer orgânico?
…o que define a democracia é a liberdade de candidatura eletiva.
Acha? Eu acho que é as pessoas poderem escolher. Não apenas políticos ou partidos, como nos impingem, mas tudo que afecte as suas vidas e o seu futuro. Mas sei que é uma opinião impopular.
Nisto v. está do mesmo lado do Nabais, do Mendes, do Maio, do POIS, de todo o Aventar: todos se contentam com a pseudo-democracia ‘representativa’. Chame-lhe orgânica, bio, zen ou o que quiser.
Continua sem argumentos para dizer que é que isso tem a ver com comunismo.
O normal para quem não tem cultura.
Pois é! Antigamente não era nada disto.
Para evitar aos portugueses o trabalho de fazer comparações e para os poupar às inevitáveis, dolorosas e angustiantes hesitações na hora da escolha, António de Oliveira da Cerejeira, em 1934 escolheu todos os 90 candidatos da lista única.
Incluindo três senhoras muito católicas, muito solteiras e muito virgens que conseguiram cumprir brilhantemente o seu mandato e sair exatamente na mesma.
Eram outros tempos! Já se ouve ao longe o mavioso cântico:
“Minhas Botas velhas, cardadas,
Palmilhando léguas sem fim,
Quanto Menos velhasistragadas,
Tanto mais vigor sinto em mim”
Sou do tempo em fazer questionários aos colegas era coisa para trabalhos da licenciatura, não para sondagens. O facilitismo está cada vez pior.
Quanto ao aldrabão, o que tem que ser tem muita força.