
Partiu há 30 anos o verdadeiro herói do 25 de Abril.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Partiu há 30 anos o verdadeiro herói do 25 de Abril.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Todas as figuras mediáticas que partem precocemente, tendo até aí um percurso intocável no plano dos princípios, são heróis.
Foi assim com Salgueiro Maia, mas também com outros.
Um bom exemplo disso é Francisco Sá Carneiro, o verdadeiro pai do PSD. Não há Congresso partidário laranja, e já vão nos 30 e tais, em que não se evoque a figura do fundador, num sebastianismo por vezes confrangedor, como se fosse esta a sua vontade nos dias de hoje.
A pergunta que eu coloco é esta:
Se Sá Carneiro fosse vivo rever-se-ia no actual PSD? Neste caso, o actual, vem desde o início deste século, com Durão Barroso, Santana Lopes, Manuela Ferreira Leite, Passos Coelho e Rui Rio. Até porque se o primeiro líder do PSD fosse ainda vivo, teria hoje 87 anos.
Sá Carneiro teria porventura abandonado a Social Democracia que dizia defender, para abraçar em definitivo o liberalismo, como aconteceu com os seus sucessores?
Mantendo-se ele fiel aos princípios da social democracia, o partido seria o mesmo no plano da militância? Ou teria havido uma deserção em massa, aparecendo uma espécie de IL, mais cedo?
Teria ele a mesma opinião dos outros políticos sobre a adesão à moeda única?
Enfim, há um cem número de questões que nos escapam, mas pela qual aderimos, sem sabermos se as suas escolhas seriam essas.
O mesmo se passará com Salgueiro Maia.
Qual seria hoje a posição de Salgueiro Maia sobre a nossa democracia? Sobre o período da Troica? Sobre a corrupção? E já agora, sobre esta guerra na Ucrânia?
A vantagem destes heróis em relação aos restantes conterrâneos que chegam a velhos, é terem tido pouco tempo de vida para afirmarem todas as suas contradições.
Parece desumano, não é? Até pode parecer uma aberração, mas o facto é que em relação a Mário Soares, por exemplo, vimo-lo e ouvimo-lo tomar tido o tipo de posições políticas e económicas. Algumas contrariando outras. Desde barrar o caminho ao PCP no PREC, até meter o socialismo na gaveta. Desde defender as nacionalizações a trazer de novo os banqueiros para o país.
O Gládio tem muita força…
Eh, eh, eh…. um her´´oi medíocre, um idiota útil que se limitou a cumprir ordens para algo que estava pré-formatado, como o confirma o facto de nem levarem munição real e não ter havido a mais pequena reacção da GNR, da Legião Portuguesa ou da PIDE. Todos com ordens do Presidente do Conselho em não dispararem!
O resto, é a natural conversa de quem é lagartixa e se julga jacaré! Em suma a mediocridade.