Maria Luís Albuquerque

A Maria Luís Albuquerque que foi eleita no segundo lugar na lista de Luís Montenegro ao Conselho Nacional do PSD não é aquela Maria Luís Albuquerque que há uns meses apresentou um livro de um extremista dedicado a Trump, Orban e Bolsonaro, pois não?

Não, não pode ser. O PSD é um partido moderado que não se mete com essa gente nem se mistura com extremismos.

Pois não?

Comments

  1. António says:

    Já lhe disse na cara, o que ela é uma politica tóxica, que só trás o mal para Portugal ! Cuidado…

  2. Rui Naldinho says:

    Estes ilustres convidados de Montenegro para a sua direcção, são o melhor abono de família do PS.
    Estou a repetir-me, mas ainda assim não me esquivo a voltar ao assunto:
    1- O PSD não percebeu nada, mas mesmo nadinha, do que aconteceu nas pretéritas eleições legislativas. Mesmo com um PS desgastado por uma pandemia e por uma sucessão de episódios rocambolescos, onde pontuou pela negativa, Cabrita, um ministro que apodreceu no governo, até se perceber que já estava a contaminar tudo e todos.
    2- O PSD ainda não percebeu que o selo da maioria absoluta do PS foi o medo do seu regresso ao poder. Muito mais do que o cansaço da parceria com o PCP, uma vez que o Bloco já tinha abandonado o barco.
    3- Quando um partido não percebe o óbvio, só lhes resta esperar pela catástrofe para chegar ao poder. Mas isso é uma faca de dois gumes. Com excepção das duas legislaturas posteriores à nossa entrada na CEE, ainda sob desígnio do escudo, que maravilha(!), cujo calculismo de Cavaco transformou o PSD num partido de poder; até aí não passava de uma muleta do PS; estiveram 10 anos a mandar, a partir daí o PSD nunca mais se reencontrou. Ou seja, foi sempre, mas sempre, a lixar o Zé, com a mesma conversa do costume.
    Quando enxergarem isso, talvez percebam como se deve governar um país da nossa dimensão, periférico, desigual, assimétrico, sem deixar a maioria da população a viver no limiar da pobreza.
    Até lá vão-se entretendo a trucidar líderes, pois não têm apetência para mais. 40 Congressos partidários em 48 anos é obra!

  3. Carlos Silva says:

    …é a vida…!

    …hoje sim, amanhã não…!

    …depende do azimute….!!!

  4. JgMenos says:

    Isto de não respeitarem os cancelamentos e as cercas sanitárias da esquerdalhada é do mais antidemocrático que há! – diz a cambada que quer viver na redoma da sua imbecilidade.

    • POIS! says:

      Pois, mas o que é…

      Que a gente tem a ver com o que a irmandade a que Vosselência preside diz e a redoma onde quer viver?

      Qual o interesse? Francamente!

    • Rui Naldinho says:

      Cancelamentos?
      40 Congressos partidários em 48 anos é obra!
      Só mesmo num partido sem qualquer desígnio que não a gestão da coisa pública como se esta fosse uma SA.
      Não vos passa pela cabeça ir ao psicólogo?

      • João Mendes says:

        Psiquiatra, Rui, psiquiatra…


      • O PSD tem duas caras, uma para consumo nacional, diz-se Social Democrata, os atrevidos. No Parlamento Europeu tem a cara do PP que é o único partido que lhes dá guarida já que foram corridos de todo o lado.

        • Paulo Marques says:

          Não seja injusto, é perfeitamente capaz de ter duas caras em Portugal, só que uma para mandar, outra para dizer o contrário.
          E pior, ainda me lembro, davam entrevistas para o Jornal Económico, que o Zé não lê, a falar na necessidade de empobrecimento de quem produz riqueza, enquanto discursavam do quanto as reformas iam melhorar a vida das pessoas. Muito Zen, esta gente.

    • Paulo Marques says:

      Fala o homem que insulta tudo o que discorda de uma vírgula, quanto mais das cercas sanitárias à “extrema” esquerda, ao PS, aos ciganos, aos imigrantes, aos homossexuais, aos sindicatos, ao aumento de salários, à fiscalização do lucro, e muito mais de uma sociedade funcional.
      Dá-lhe, filho.

  5. JgMenos says:

    Para quem, sendo de esquerda, não pertença à canalha esquerdalha:

    «Sendo que populista será a proposta política que é dirigida ao povo, dizendo querer servi-lo por meios que ou são inexequíveis ou insuficientes para os resultados anunciados.

    Se pela dinamização da ação privada se diz ser o caminho possível para chegar ao nível de riqueza que potencie a resolução dos problemas.
    Se o reformismo do ‘mais Estado’ sugere ser caminho para a criação de riqueza, negando a eternização da pobreza num qualquer conforto ideológico de maior igualdade.
    Se o centro propõe o imobilismo do situacionismo que se vem vivendo, fundando a sua mensagem na defesa de um adquirido que sempre teve elevado nível de ajuda externa.

    Determine-se qual a mais populista das propostas.»

    • Paulo Marques says:

      Se, se, se. É pena é não ser, excepto para o próprio e os amigos, depois de tantos anos de vitórias da ideologia. E é isso que os chateia, estar a descambar e terem que trabalhar.
      Bom, minto. Como tudo chega tarde, e os nossos bons alunos são muito crentes, os Costas e Montenegros ainda acreditam que é desta que dá certo; mas continuam com azar, os Contrins e Coisinhos, mas também os Mendes e Albuquerques, sabem bem que é cada um por si e agradecem que alguém segure na porta giratória, não vá alguém sabotá-la. Nem precisam de sujar as mãos com essa coisa de governar para viverem acima das nossas possibilidades, e ainda com uma legião de defensores pagadores.


  6. Cuidado dom ela que até ao estertor final nunca se calou em tirar os 600 milhões aos reformados.

  7. estevesayres says:

    Vou deixar aqui um pequeno texto do meu saudoso amigo, camarada e jurista Arnaldo Matos; #Ora, todos nós conhecemos estas práticas negacionistas, desde os não muito longínquos tempos em que o primeiro-ministro Passos Coelho, a ministra das finanças Maria Luís Albuquerque, o governador do Banco de Portugal Carlos Costa e o presidente da república Cavaco Silva negavam, em coro e a pés juntos, a incontornável insolvência do Banco Espírito Santo, que já se achava falido havia mais de dois anos. Pois é: também no caso concreto do Deutsche Bank, a mera negação do ministro das finanças Schäuble, acompanhada da negação do administrador financeiro do Banco, Marcus Schenck, constituem, por si sós e em si mesmos, a mais indesmentível confissão da falência do maior banco da Alemanha#

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