Magnitude do sismo sentido em Lisboa:
– 4,2.
Anos de presidência de Pinto da Costa:
– 42.
Desde 1993 que uma vírgula não causava tanta curiosidade.
(*) Título dedicado ao nosso Valada.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Corria o ano da graça de 1993. Eu tinha 9 anos, o saudoso Mandela recebia o Nobel da Paz, os “amaricanos” (ainda) lançavam mísseis sobre Bagdad, Rabin e Arafat (que esteve em Portugal nesse ano) apertavam a mão, Mário Soares era insultado pelo Jornal de Angola (burro), Fidel anunciava a despenalização da posse de moeda estrangeira em Cuba, a Checoslováquia dividia-se em dois países e o primeiro e falhado ataque ao World Trade Center era orquestrado quando algo de verdadeiramente extraordinário aconteceu.
Já em 1993 Vítor Gaspar se tinha enganado nas previsões.
Dobrado – e mesmo assim, interessante. Mas se preferir, encontra a versão original aqui.
The Nightmare Before Christmas (título em português: O Estranho Mundo de Jack – mas quem é que inventa estes títulos das edições portuguesas?!) é um desenho animado em jeito de musical baseado num romance de Tim Burton. Que me lembre, é o único musical de que gosto. Jack Skellington, o rei do Halloweentown, descobre a cidade do Natal mas não percebe bem o conceito. Página no IMDB.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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