Uma ideia simples para ajudar quem precisa

AJudar

As redes sociais são, como diria Jaime Pacheco, “uma faca de dois legumes“. Um dos legumes bons é a facilidade com que se pode “viralizar” um pedido de ajuda quando todas as outras opções se esgotam. Deparei-me recentemente com o caso da Luna, uma menina de Vila do Conde que sofre de leucemia linfoblástica aguda e que, perante a ausência de soluções em Portugal, encontrou em Londres uma alternativa que poderá muito bem salvá-la desta terrível doença. Contudo, e apesar do valor dos tratamentos ser incomportável para a família, ninguém baixou os braços e, com a ajuda de outras pessoas, lançou uma campanha de angariação de fundos com vista a obter o valor necessário para concluir os tratamentos.  [Read more…]

Razões para acreditar

Porque o que não nos mata, …

Gotinha a gotinha, vamos ajudar o Afonso

Há dias atrás, escrevemos no Aventar, a propósito da Primavera uma pequena fábula sobre um Beija – flor que, sozinho, tentava apagar um incêndio. Quando questionado, respondeu: “Estou a fazer a minha parte“.

Pois bem, este é o momento de fazeres a tua parte.

O Afonso é um menino de Rio Tinto conhecido dos autores do Aventar. É um caso real e cujo apoio é assumido pelo Aventar. É uma causa Aventar com a data de hoje (março de 2012).

O Afonso, de 4 anos, tem uma doença que não foi ainda identificada pelos médicos.Tem tratamentos diários muito dispendiosos e a família  está naturalmente a viver todo o processo com enorme sofrimento. O Afonso tem tido acesso ao que é necessário para os cuidados médicos.

Mas tem a sua mobilidade completamente limitada porque os Pais não conseguem comprar algum material, muito dispendioso para permitir ao Afonso “fugir” do caminho entre casa e o Hospital.

Queremos ajudar o Afonso a ter um bocadinho mais de qualidade de vida.

A família está a levar a cabo uma campanha a que o Aventar se quer associar. Um euro que seja. Vamos. Seja um beija-flor!

O NIB é 0033 0000 00098983748 05, do Millenium e em nome de Ana Isabel Carvalho Poínhas da Silva.

Nota: diariamente vamos colocar neste post o valor alcançado.

Nota 2: por questões que se prendem com o nosso dever de respeitar a privacidade da família não queremos partilhar mais informações. A foto do Afonso surge para que sintam ser uma campanha honesta e real em torno de um menino que precisa da nossa ajuda. Se quiserem alguma informação extra, por favor contactem-nos.

Solidariedade

a interacção entre seres humanos, é dar a mão a quem precissa ajuda

Foi com surpresa e com mágoa que recebi hoje uma mensagem de um suposto camarada nas lides da escrita, a advertir-me que o texto escrito por mim na Sexta 22 de Outubro, ainda em rascunho, não seria publicado mais depressa pelo facto de eu perguntar para quando estava prevista a edição. Era só uma questão para me orientar. A resposta foi dura. Aliás, esta pessoa que considero da minha intimidade por me ter salvado três vezes de postes mal escritos, o que sempre agradeci e continuo a agradecer, comentava que, caso dependesse dela, não publicaria o artigo porque estava em inglês e a língua deste país é luso português. Senti tristeza: tinha-me sido solicitado pelo manda chuvas, um Senhor que sabe ser bem-educado, que usasse as minhas habilidades em línguas não lusas, como desafio para a leitura de um maior número de pessoas. Como colaborador que me estimo, escrevi em Castelhano, língua mal denominada de Espanhol, em Inglês e em Francês. As leituras foram incrementadas.

A minha mágoa causada pelo colega de escrita é ainda uma ferida. Não vou responder, não gosto de desencontros. Mas lembrei-me deste texto que simboliza a colaboração espontânea e silenciosa entre pessoas que raramente hostilizam outros, por sim ou por não. Lembrei-me do conceito de solidariedade, essa silenciosa colaboração com outro, essa interacção social simpática e amistosa, sobre a qual já escrevi neste sítio de debate.

Este conceito não foi criado por mim. Em 1883, Émile Durkheim definia a solidariedade como o apoio e a coordenação de pessoas entre si. Nenhuma sociedade seria capaz de funcionar se não houvesse apoio mútuo. Bem sabia Durkheim, como socialista que era, que essa solidariedade era uma ilusão. Ideologia Socialista Democrata aprendida das suas leituras da obra de Karl Marx e de trabalhar com outro

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