
Foto via Dinheiro Vivo
Carlos Costa Neves, que foi quase ministro daquele segundo governo Passos/Portas que morreu à nascença, foi o escolhido para comentar a entrevista de Azeredo Lopes, no que ao caso Tancos diz respeito:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Carlos Costa Neves, que foi quase ministro daquele segundo governo Passos/Portas que morreu à nascença, foi o escolhido para comentar a entrevista de Azeredo Lopes, no que ao caso Tancos diz respeito:

Telmo Monteiro acusou hoje o governo de querer ir à bola com a Galp e de ser forte com os fracos e fraco com os fortes. Sim, o mesmo Telmo Monteiro que, a poucos dias das Legislativas de 2005, com tudo a indicar uma derrota da coligação PSD/CDS-PP, assinou, a correr, um despacho que resultou no abate de milhares de sobreiros para que o BES, através da empresa Portucale, construísse um empreendimento turístico na Herdade da Vargem Fresca, um dos capítulos mais marcantes dessa bela história de corrupção e impunidade que foi o caso Portucale. Entre ir à bola com a Galp e fazer fretes ao Dono Disto Tudo, venha o Jacinto Leite Capelo Rego e escolha.

No calor da universidade de Verão do CDS-PP, Assunção Cristas teceu um conjunto de considerações espantosas e dignas de registo. Entre acusações ao actual governo de fazer aquilo que o governo que integrou fez, nomeadamente “ir buscar dinheiro” aos bolsos da classe média, e críticas ao silêncio dos partidos que apoiam parlamentarmente a solução governativa, quando dela e dos restantes centristas que integraram o governo Passos /Portas “nem um ui” face aos cortes, por exemplo, nas pensões, logo os reformados que eram uma das bandeiras do CDS-PP, Assunção Cristas deliciou as hostes com uma intervenção populista e demagogica que reflecte o estado de um partido comatoso, agarrado a um discurso catastrofista. Um absoluto vazio. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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