Força, Assunção Cristas, estás quase lá!

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Fotomontagem via Uma Página Numa Rede Social

Assunção Cristas tem todo o direito de sonhar e achar que um dia será primeira-ministra. Tal como André Silva do PAN ou Rui Tavares do Livre, apesar dos partidos que lideram não terem a representação mediática desproporcional de que o CDS-PP beneficia na comunicação social, como ficou provado com o recente congresso dos centristas.

Não obstante, a mais recente sondagem encomendada pelo Expresso revela que o CDS-PP não vai além de 6,6% das intenções de voto, atrás dos 7,3% da CDU, dos 7,7% do BE e a anos-luz dos 28,4% do PSD e dos 41,5% do PS. Por este andar, nem para vice-primeira-ministra de Rui Rio vai dar. Até porque o lugar de vice-primeiro-ministro, pelo menos desde a década de 80, implica a apresentação de uma demissão irrevogável que gere uma crise política e encoste o primeiro-ministro em funções à parede, enquanto os juros da dívida sobem vertiginosamente. Conseguirá Assunção Cristas perpetuar-se no poder tempo suficiente para repetir a proeza de Paulo Portas?

Um certo odor a fascismo no CDS-PP

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Assunção Cristas, tal como muitos dos seus principais oficiais, não perde uma oportunidade para aludir ao radicalismo das esquerdas. Para agitar com o papão comunista. Para apelar aos instintos mais básicos do eleitorado, instigando a desconfiança e o medo na sua forma mais primária. Uma constante da vida.

Sempre achei este discurso de uma finíssima ironia. Não porque não exista nos partidos de esquerda o tal radicalismo que lhes é apontado, que é discutível, mas porque o CDS-PP foi precisamente o partido que deu guarida a vários salazaristas no pós-25 de Abril, alguns dos quais exerceram funções governativas durante o Estado Novo. Adriano Moreira, que foi este fim de semana homenageado e aplaudido de pé pelo congresso centrista, foi ministro de Salazar antes de ser eleito terceiro presidente do CDS-PP, entre 85 e 88. E escusado será dizer que alguém que aceita o convite para integrar o governo não-eleito de um fascista opressor valida as práticas em vigor.  [Read more…]

Esta tipa não se enxerga?

O CDS-PP pretende que o ministro das Finanças e o Governador do Banco de Portugal prestem esclarecimentos após o parecer da Comissão Europeia sobre a venda do Novo Banco.

A pergunta é retórica.

Tensão Alta

A líder do CDS foi queixar-se das políticas de Saúde à Feira de Fumeiro de Montalegre, entre presuntos, chouriças e salpicões. Alguém lhe meça a tensão.

Cristas a aprender a Constituição

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A propósito da vitória de Rio, Cristas deixou cair a tese da usurpação, defendendo agora que o que importa é ter uma maioria de deputados a suportar o governo.

Este facto tem dois aspectos notáveis. O primeiro é que, por fim, Cristas descobriu a letra da Constituição, deitando por terra um argumento que alimentou a PAF desde 2015. Importa agora, segundo a líder do CDS, chegar ao poder, ganhando ou não a eleição. Há que fazer pela vida.

A segunda curiosidade deste golpe de costas é que apenas foi noticiado pela Rádio Renascença – ou então o Google anda distraído. Os outros órgãos de comunicação social limitaram-se a citar a parte insonsa da declaração, nomeadamente a importância de os dois partidos terem uma maioria de deputados – de preferência graças ao CDS, subentende-se. Eis o estado da tal comunicação social supostamente dominada pela Esquerda.

Natal dos partidos – a hipocrisia do CDS

Assunção Cristas fala numa conferência de imprensa sobre o financiamento dos partidos. Foto: TIAGO PETINGA/LUSA

Uma nota sobre o CDS quanto ao projecto de lei de financiamento dos partidos. Este partido participou em nove reuniões à porta fechada entre Abril e Outubro deste ano, das quais não se fez registo escrito. Nunca se ouviu Assunção Cristas, ou outra voz do partido, denunciar o que estava a ser feito. É de uma enorme hipocrisia assistir ao oportunismo com que o partido adopta o discurso de ter votado contra o projecto lei, farto de saber que a aprovação estava garantida. Haveria mérito, isso sim, se esta posição tivesse sido tornada pública durante as negociações. Ainda para mais, não sendo conhecidos os nomes dos proponentes das alterações, não podemos colocar de lado a hipótese de algumas delas terem sido apresentadas pelo próprio CDS. É o efeito do anonimato que o CDS não contestou. Tão ladrão é o que rouba como o que fica à porta – só o partido de Cristas é que parece achar que os portugueses não alcançam este truísmo.

Aquela que assinou de cruz…

… quer voltar ao governo. Talvez tenha aprendido a ler documentos que comprometeram o país.

400 milhões de razões para nos preocuparmos

Com que então, o governo decidiu num sábado, e talvez até lhe tenha ocupado a tarde toda, gastar 400 milhões na indústria dos incêndios. Não faço ideia se chega ou não, apesar da Cristas ter vindo dizer que não chega. Quem foi  Ministra da Agricultura e do Mar poderá ter uma ideia sobre o assunto, se bem que a floresta não é propriamente uma subdivisão da agricultura. Excepto se for para se plantarem eucaliptos nos terrenos agrícolas, área onde Cristas tem cartas para dar.

Adiante. Decidiu-se gastar uma pipa de massa com base em quê? No combate aos incêndios? Na prevenção? Qual é o plano? Muito dificilmente as boas decisões acontecem em momentos de pressão e o Governo encontra-se entre a espada e a parede. Uma pressa destas só nos pode criar preocupações sobre estarmos a fazer as melhores escolhas. Acossado pela oposição, pelo Presidente e refém da sua própria incúria, Costa precisou de mostrar serviço.

E mostrou. Mas começou logo pelo lado errado ao nomear Tiago Oliveira, que trabalhava há vários anos com a Navigator, para unidade de missão dos incêndios. É uma decisão tão má como foi a do anterior governo ao ter nomeado Sérgio Monteiro para secretário de estado dos transportes. As razões são as mesmas. Não se metem raposas a guardar galinheiros.

Um governo que fala demais

merece ser censurado? Sempre seria um argumento mais aceitável do que o aproveitamento político da tragédia, por parte do CDS-PP, que culminou com a moção de censura, condenada ao fracasso, hoje apresentada no Parlamento.

Monção de sem surra

Falta-me pachorra para dissertar sobre moção de censura do CDS. Por isso, telegraficamente, limito-me a três notas:

1. Obviamente que há motivo para uma moção de censura. Se a incapacidade de resposta nesta situação não serve, não vejo que outros motivos se possam  evocar no futuro.

2. É de uma escandalosa hipocrisia ser o CDS a lançá-la, ou não tivesse sido a respectiva líder diretamente responsável pela pasta que, durante cinco anos, nada fez para resolver um problema de longa data. Perdão, fez. Piorou o panorama com a sua lei do eucalipto. Estivesse a direita no governo e já o PCP ou o Bloco teriam tomado a dianteira neste campo. Ou até talvez mesmo o PS o tivesse feito.

3. Se para o CDS a moção de censura era premente, porque é que não a fez logo depois de Pedrogão Grande? Há um número de mortos a partir do qual tal iniciativa se justifica? Deve haver, porque, segundo Cristas, nenhuma calamidade aconteceu durante os seus mandatos, como se não tivessem morrido, por exemplo, 9 pessoas em 2013 e 6 em 2012. Sim, há uma questão de escala. Mas, como muito bem lembraram diversas vozes  a propósito de Pedrogão Grande quando dissertavam sobre se havia 64 ou 65 mortos, algumas delas ligadas ao CDS inclusivamente,  “um morto é uma tragédia“.  Excepto quanto se está no governo, assim se pode depreender.

[Gráfico baseado no extracto do Relatório da Comissão Independente, disponibilizado no DN]

CDS prepara golpe de Estado

Montagem via Uma Página Numa Rede Social

Isto já vem do tempo em que Paulo Portas afirmava, em debate com Passos Coelho, que não importava se o PS tinha mais votos nas Legislativas, desde que o seu CDS chegasse aos 23,5% e o PSD aos 23%. Estava feita a maioria, e com toda a legitimidade, apesar das palermices que a direita vendeu aos sectores mais estupidificados e/ou ignorantes do seu eleitorado.

Agora é Assunção Cristas, sem surpresas, quem assume estar preparada para governar com o PSD, mesmo que o PS ganhe as eleições, formando aquilo que, na novilíngua da direita estupidificante, se designa por “governo ilegítimo”. Agora a acenar e sorrir e fazer de conta que as imbecilidades proferidas ao longo dos dois últimos anos foram fruto da nossa imaginação. Não faltarão palermas a acreditar e jotinhas para validar esse discurso.

As considerações de uma caranguejola a caminho do desastre eleitoral

Foto: Alberto Frias@Expresso

Passos Coelho afirmou ontem que não considera Assunção Cristas “uma adversária”. Já Cristas não parece sequer considerar Teresa Leal Coelho, pelo menos a julgar pelo comício desta Quinta-feira, no qual considerou ser “a única alternativa” a Fernando Medina, a quem a sondagem do Expresso, jornal a considerar para quem quer saber o que se passa no país, atribui maioria absoluta.

Perante este conjunto de considerações, penso ser legítimo considerar que Assunção Cristas se está nas tintas para os Coelhos laranjas, até porque se prepara para os ultrapassar pela direita na capital, apesar do táxi que vai a reboque deles na esmagadora maioria dos municípios portugueses. Irá o desastre eleitoral que se avizinha colocar um ponto final na caranguejola? É algo a ter em consideração.

“Estacionamento e melhores transportes”

Comecemos por esse espaço inútil ao lado das ruas. Tanto estacionamento à espera de ser aproveitado.

O bando de candidatos

Eleição após eleição, tomam o espaço público de assalto e ao abrigo da lei que os próprios fizeram (claro). Espetam cartazes gigantes em todo o local, por regra privilegiado, não vá o eleitor não dar por eles. Largam lixo qb, sendo contribuintes líquidos para cidades mais feias . Vem isto, também, a propósito da camioneta que a campanha de Cristas parqueou em cima do passeio, fazendo concorrência à chico-espertice daqueles que largam a carrinha algures para anunciar caixilharias de alumínio. Foi bloqueada pela EMEL e a única coisa que acho mal é esta empresa não ser implacável com todos os que ocupam os passeios com os seus veículos.

Dado que perguntar não ofende

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Se Assunção Cristas for eleita para a Câmara Municipal de Lisboa,  demitir-se-á do cargo de deputada e irá ocupar o lugar na CML? Ou tudo se resume a uma fantochada?

Assunção Cristas, ombro a ombro com Hugo Soares no ranking da falta de noção do ridículo

Recorte: TSF via Uma Página Numa Rede Social

Enquanto milhares sofrem e lutam contra o flagelo dos fogos florestais, um bando de oportunistas sem vergonha na cara ou noção do ridículo continua a instrumentalizar a tragédia com vista à obtenção de mais-valias político-partidárias e eleitorais. Hoje foi a vez de Assunção Cristas, que acusou o governo de “não saber lidar com situações sérias, difíceis e onde é preciso ter comando e autoridade“. Sim, esta pérola tem como autora a mesma senhora que assinou de cruz a resolução do BES. A mesma que, perante a seca de 2012, tranquilizava o país com a sua fé inabalável de que a chuva estaria para chegar. Que se calou bem caladinha quando o seu irrevogável líder lançou o país e a governação no caos, ao apresentar uma demissão de ocasião, apenas para colher dividendos para si e para o CDS-PP, à custa de uma subida de juros como não há memória desde que este executivo assumiu funções. Que atulhou a Parque Expo com as suas clientelas partidárias. Eis como Assunção Cristas lida com situações sérias, difíceis e onde é preciso ter comando e autoridade. Só ao alcance de quem não tem noção do ridículo.

Eu gostava ter umas férias.

Mas a Assunção deixará?

Assunção Cristas, uma indignada de ocasião

A líder do CDS-PP pediu ontem a demissão de Azeredo Lopes e Constança Urbano de Sousa. Cristas afirmou que “Não é possível restaurar a quebra de confiança que neste momento existe no Estado nos domínios da Defesa e da Segurança” sem que António Costa demita os ministros da Defesa e da Administração Interna, que “não souberam estar à altura das suas responsabilidades“, motivo que leva a candidata à CM de Lisboa a concluir que as suas demissões são “inevitáveis“. “Num e noutro caso, – prossegue Assunção Cristaso Governo tem fugido às suas responsabilidades e mostra-se incapaz de assumir os erros e tirar conclusões“. Por fim, Cristas afirma ainda esperar por “uma atitude firme por parte dos ministros em causa ou do primeiro-ministro, assumindo as suas responsabilidades e respetivas consequências políticas. Não o fizeram. Instámos o primeiro-ministro a retirar essas consequências. Não o fez. Passaram-se dias de um silêncio ensurdecedor“. And the blá blá blá goes on.

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Tem a certeza que quer falar sobre ligeireza e irresponsabilidade, deputada Cristas?

A ex-ministra que aprovou o projecto de resolução do BES sem saber muito bem do que se tratava, assinando de cruz com a própria admitiu, veio por estes dias acusar o primeiro-ministro de ligeireza e irresponsabilidade no que toca aos temas da Segurança e da Educação. Sobre o primeiro, com o foco de Assunção Cristas a apontar para o impasse nas secretas e para a ameaça terrorista, desconheço a existência de motivos para alarme. Aliás, a falta de notícias sobre o tema leva-me a crer que, das duas uma: ou os serviços de segurança têm sido extremamente eficazes a antecipar e desmontar potenciais ameaças, ou serão os terroristas que não têm grande interesse em gastar os seus parcos recursos no Rectângulo. A ausência de chefia nas secretas, por si só, não me parece motivo de grande preocupação. Com certeza que as suas funções estão asseguradas, ainda que de forma interina. [Read more…]

«Não descurou o trabalho e não descurou a casa»

Imagem blog simplificando ideiasAo ler, hoje, este magnífico elogio de Assunção Cristas e da maioria das mulheres portuguesas, feito pelo monárquico Gonçalo da Câmara Pereira, já hoje aqui citado pelo meu colega João Mendes, não pude evitar que cenas da imaginada vida familiar e doméstica de Cristas me assolassem a mente.

Imaginei a Exma. Senhora Cristas a chegar a casa estourada, desfeita de um dia de trabalho intenso (talvez num bairro social, até) o corpo estafado a clamar por um banho relaxante, mas  a consciência a chamá-la aos seus deveres de mulher que não descura a casa nem a família. Adiando o merecido descanso, Cristas baixa a crista e muda de roupa, para não engordurar a farpela com algum salpico do jantar. Veste uma roupinha de andar por casa, uns jeans Salsa, uma t-shirt, pode ser Salsa também, e uns sapatinhos Josefinas – tudo marcas nacionais! e lá vai ela mourejar para a cozinha. Prepara a sopa e o jantar. Enquanto o estufado apura, [Read more…]

O ridículo não mata 

Não mata e Cristas é a prova viva disso. 

Assunção Cristas, chique a valer

Na apresentação da poderosa coligação que reúne CDS-PP, PPM e MPT em torno da candidatura de Assunção Cristas à CM de Lisboa, Gonçalo da Câmara Pereira, vice-presidente dos monárquicos, elogiou a candidata por ser, “acima de tudo“, “uma mulher casada, que provou, como a maioria das portuguesas pode trabalhar e ter filhos“, uma vez que “não descurou o trabalho e não descurou a casa“. Podíamos ficar horas à volta destas declarações, que colam a mulher ao papel de simples dona de casa, numa era em que os casais modernos dividem irmãmente as tarefas da lida, e que de resto nos transportam para as declarações de Paulo Portas em Setembro de 2015, que dissertava sobre o papel da mulheres na sociedade, que ” sabem que têm de organizar a casa e pagar as contas a dias certos, pensar nos mais velhos e cuidar dos mais novos“. Porque o homem, Deus nos livre e guarde, tem tarefas mais másculas para fazer. [Read more…]

Direita socialista


O socialismo dura até terminar o dinheiro no bolso dos outros. Bem sei que estamos em período de pré-campanha eleitoral e Assunção Cristas tem muito em jogo nas próximas autárquicas, talvez até a manutenção da liderança do partido, mas não é sério considerar possível um alargamento da rede do metro, nesta dimensão, para os próximos 13 anos, sem apresentar custos e financiamento. Como é possível acusar o PS de ser o partido das obras faraónicas e depois apresentar este projecto? [Read more…]

Da institucionalização da cunha

Tema sempre actual, sobre o qual tive já a oportunidade de mandar a minha posta, e que ressurge agora sob a forma deste interessante cartaz. Do lado esquerdo, muito bem atribuído, podemos ver esse grande camarada que é Paulo Núncio, um indivíduo a quem a cunha institucional não é alheia, merecendo o lugar que ocupa no cartaz pela sua vasta experiência em áreas como a isenção e a evasão fiscal, bem como noutros regimes de excepção, sejam eles listas VIP das Finanças ou simples favores (cunhas, se preferirem) a ministros colegas de governo, que permitiram a amigos desses ministros escapar a pagamentos avultados ao fisco. No que toca a institucionalizar a cunha, Paulo Núncio tem um percurso que fala por si. [Read more…]

Cristas contra o tacho sindical

No encerramento das jornadas parlamentares do CDS-PP, Assunção Cristas anunciou que vai convocar o ministro do Trabalho e da Segurança Social ao Parlamento, para lhe pedir explicações acerca da portaria sobre a integração dos precários no Estado, que permite que os sindicatos sinalizem situações de precariedade. Segundo Cristas, estamos perante “a institucionalização da cunha pelos sindicatos“:

Hoje fomos surpreendidos com a notícia de que o Governo vai dar voz aos sindicatos para ajudar, não quero dizer selecionar, mas pelo menos para meter uma cunha.

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Impostos “à la esquerda”

Um aplauso para Assunção Cristas, que teve visão suficiente para perceber o que nos esperava e desmontou o embuste. Um “orçamento de austeridade à la esquerda“, pleno de impostos esmagadores que arruinariam o país, deixando-a à mercê do geringonçismo parasita.

Só que não. Pelo menos a julgar pela análise do Conselho de Finanças Públicas, revelada esta semana, que aponta para uma queda da carga fiscal em 2016, a primeira desde 2012. Já nem o CFP da Dra. Teodora Cardoso escapa à sovietização em curso. Mas não nos deixemos enganar: o maior assalto fiscal de sempre começou no dia 1 de Fevereiro de 2017. Portugal nunca mais será o mesmo após o brutal aumento de impostos sobre os refrigerantes.

Imagem via Uma Página Numa Rede Social

O reforço laranja de Assunção Cristas

Carmona Rodrigues, o último social-democrata a conquistar a câmara de Lisboa, será o mandatário de Assunção Cristas na corrida autárquica de Outubro.

Cristas zangada

Acabo de ver Cristas na TV, zangada, a dizer coisas sobre o banco resolvido na sequência do decreto-lei que assinou de cruz. Parece que a possibilidade de vir a assinar com uma bolinha a está a indignar.

Desvalorizar os resultados do deficit alcançado em 2016

[Rui Naldinho]

Aquele momento mesquinho e irracional em que Assunção Cristas assume em toda a sua plenitude, o papel de comentador desportivo, pós derby de fim de semana. Não querendo assumir os erros de estratégia na derrota do seu “clube”, a agenda politica que ela própria protagonizou com a sua equipa técnica no ultimo ano sobre a capacidade do governo em reduzir o nosso deficit, desculpa-se agora com estratégia arrojada da equipa e dos jogadores adversários, que não provocando lesões, utilizaram truques e manhas tão (in)comuns neste desporto nacional em que se tornou a política portuguesa, em especial a execução orçamental de cada ano económico.
A líder do CDS ao tentar desvalorizar os excelentes resultados do deficit de 2016, só se diminui como líder partidária que almeja voos maiores, mostrando inveja, tacanhez e falta de elegância democrática, pois não entende aquilo que todos nós já entendemos, há muito. [Read more…]

Da pouca vergonha

Shame.

Via Uma Página Numa Rede Social