Vila Nova de Gaia e a China

Numa altura em que Portugal recebe, em visita oficial, o Presidente da República Popular da China, vale a pena recordar o que pensa sobre o assunto o mais alto responsável do Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, precisamente o chefe de gabinete de Eduardo Vítor Rodrigues. São dele as seguintes tiradas, plenas de sentido diplomático:

Na China nem os mortos (e nem os vivos…) são respeitados. Só o lucro capitalista merece respeitinho”, como se pode verificar no exemplo seguinte:

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Sobre o comportamento de cidadãos investidos em funções públicas

A política externa é uma das mais importantes vertentes do governo de qualquer Estado. É assim desde que há Estado e era assim mesmo antes de o Estado existir. A sua importância releva não apenas da evidência do mundo, lugar plural onde a humanidade evolui de acordo com as características do tempo, do lugar e do modo, mas também da necessidade de partilha, comunicação e construção que essa experiência traz, sendo isso, afinal, que toma o nome de civilização.
Depois de a política externa nascer de uma necessidade primária de convivência e conhecimento, ela dirige igualmente a troca, os momentos diversos onde se manifesta a influência que uns povos exercem sobre os outros e o modo como, necessariamente, defendem em face deles a sua própria visão do mundo e a estratégia de crescimento nele.

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A Câmara de Gaia ainda é do PS ?

Não é a primeira vez que António Rocha, um sombrio desconhecido, mas actual Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara de Gaia, ataca publicamente, no seu Facebook, o Partido Socialista e o seu Governo.
Escreveu António Rocha no dia 31 de Julho de 2016:

“A propaganda anda com o nome pelas ruas da amargura. A comunicação política, um elemento central da relação entre eleitos e eleitores, ou seja, da democracia, pode ter muitos nomes. Claro que para os grandes teóricos puristas da democracia, que estão sempre preocupados com a manipulação dos eleitores (devem pensar que são crianças influenciáveis) há sempre o superior exemplo chinês, com tantos admiradores em Portugal.
Ter um ministro da propaganda, no caso concreto da China, é virtuoso porque assim o povo, quando um dia o deixarem votar, se encontrará completamente esclarecido.”

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Mais um amigo contemplado por Pedro Tachos Coelho

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No final de 2011, Paulo Portas apresentava no hemiciclo o orçamento do seu ministério – o golpe irrevogável ainda não tinha acontecido e Portas era “apenas” o Ministro dos Negócios Estrangeiros – e anunciava aos parlamentares que, para conter a despesa e a “situação de emergência” em que o país vivia (que apesar da propaganda continua a viver), seria necessário fechar algumas representações. Uma dessas representações era a embaixada de Portugal na UNESCO (Paris), cujas responsabilidades passariam a ser assumidas pelo embaixador português em Paris. Uma medida coerente, que permitia assim uma poupança sem que o qualidade do serviço fosse, entendia o governo, afectada.

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