Despacho de organização do ano lectivo 2012/2013: primeira análise

Parece a história do rei vai como Deus o trouxe ao mundo, mas é mesmo assim: despedir é a intenção de Nuno Crato, nada mais que isso: DESPEDIR!

A intenção é clara – não gastar em educação o que é preciso para os Bancos, para as parcerias e para todos os tachos dos boys laranja.

Há outro caminho. Tenho dificuldade, reconheço, em dizer qual. Mas, por aqui é que não pode ser porque o Comentador Nuno Crato do alto da sua sapiência televisiva está a mexer no que até agora estava mais ou menos intacto – o trabalho com os alunos.

E, ao longo de todos os pontos do Despacho, não há uma única proposta que, ainda que simbolicamente, possa significar investimento na situação x ou y. Nada. Apenas um conjunto de medidas com um denominador comum: ter menos professores na escola.

Vamos lá então à fundamentação desta reflexão através do texto do dito cujo:

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O despacho revogado antes de feito

Acabada de publicar a revogação de uma coisa que sairá em Agosto. No Ministério da Educação não se brinca em serviço; prepara-se o futuro com rigor e perfeição.

Nos próximos dias os professores portugueses vão revogar mentalmente o governo (tirando os adesivos do costume). É que isto de ganhar menos e trabalhar mais, sendo certo que já estamos habituados, tem limites. Quero ver as sondagens, quando isto for percebido, engolido e digerido pelas vítimas.

Para quem está de fora ter uma ideia, soube disto por mail sindical só uma hora depois de circular nos blogues dos zecos. Um fenómeno.

Detalhe via Ricardo Montes.