Notícias do dia: uma para o governo, outra para o PC


Uma boa nova para o Governo: no processo de extinção de freguesias, houve quem se lembrasse daquele velho princípio “para grandes males, grandes remédios”, colocando uma botija de gás junto ao multibanco de uma Junta de Freguesia em Palmela. Foi tudo pelos ares. Resultado? Freguesia extinta, sem papelada que preste para mais alguma coisa. Fica então resolvido um assunto e agora urge proceder à anexação a uma freguesia vizinha. Simples e eficaz. Talvez a moda pegue país fora.
Uma notícia dirigida ao camarada Bernardino Soares. Naquela absolutamente democrática Coreia do Norte, o Exército Popular passa a partir de agora a incorporar aqueles recrutas que meçam mais de 1,42m. Desta forma, as Viagens de Gulliver tornam-se realidade e espera-se a todo o momento a consagração de Jonathan Swift, como fonte de inspiração para o regime de Piong-Iang. Claro que os nefandos imperialistas já fazem passar a mediática atoarda falando de “raquitismo e fome” que gerações de norte-coreanos alegadamente passam. São tudo manobras divisionistas que apenas visam confrontar a ridente sociedade zuche com o esmagador despautério consumista da Coreia do Sul. Uns safados, estes plutocratas.
*Na imagem, um turista ocidental de visita à Coreia do Norte.

O que se diz por aí

No Haiti, a ajuda humanitária passou a ser a grande preocupação, com com corpos empilhados nas ruas, urge assegurar a saúde pública. De Portugal vai seguir a AMI, e um pouco por todo o mundo seguem auxílios. Mas é já mais do que tempo de começar a ouvir os especialistas para evitar mais catástrofes no futuro. A ciência humana deve ser de todos e para todos.
Por cá o mau tempo continua a fazer das suas e são já dez distritos em alerta, tudo a norte e centro do país. Pelo menos em em Gaia já fez das suas. A malta aguenta…
Também é notícia que em Palmela um café foi assaltado à mão armada e levaram tabaco e a máquina registadora. Vamos lá ver: à mão armada tinha de ser, pois não iam conseguir os seus intentos doutra maneira pois as pessoas ainda não se habituaram a serem assaltadas. Se nós colaborássemos, tudo seria mais pacífico.
Entretanto o Governo vai começar a negociar com a Oposição a viabilização do Orçamento do Estado. Sabemos que estas coisas resolvem-se por telefone, em “encontros informais” e conversas de corredor, mas protocolo é protocolo.