Pornografia (8)

Entretanto, a EDP continua a apagar do seu mural as dúvidas e as perguntas incómodas de cidadãos indignados.

Pornografia (7)

Entretanto, a EDP continua a apagar do seu mural as dúvidas e as perguntas incómodas de cidadãos indignados.

 

Para Melhor Muda-se Sempre

Mudar…

“Caro Cliente:

 Queremos agradecer-lhe a sua confiança por tratar dos seus assuntos através do nosso Escritório On-line. Os dados foram recebidos correctamente e estão a ser processados. Se por qualquer motivo os nossos agentes precisarem de o contactar, fá-lo-ão através desta direcção de correio electrónico ou do número de telefone que nos forneceu.”

Momentos EDP 2

Encontrou-se esta imagem cómica no mural (fendido) da EDP, antes de aquela empresa a-quem-o-Estado-português-garante-os-lucros o ter encerrado a novos posts por parte de cidadãos Indignados. Entrega-se a quem provar pertencer-lhe.

Barragem do Tua: Quem fica a perder?

Fique a conhecer a fraude que são as novas barragens.

Quanto gasta a EDP em comunicação?

De uma vez por todas, aprendam: a democracia em rede é para democratas, o que não é o caso de uma EDP, incapaz de discutir por exemplo o Plano Nacional de Barragens (PNB) que impôs ao anterior governo, a este e a quem venha a seguir (em Portugal quem manda são os bancos e as grandes empresas que vivem à pala do estado que eles governam, naquele incesto do sai de ministro vai para administrador).

Quem não quer discutir não tem vícios, meteram-se na dróga e virou-se o feitiço quanto ao feiticeiro: um improvisado grupo de críticos do PNB e defensores dos comboios, com o apoio deste bloguezeco, está a dar-vos um grande baile. A crítica já passou para as facturas. Pode ser que aprendam, ou contratem alguém que saiba ler e escrever com um teclado. Isto é muito moderno mas não é para meninos e nunca deve ser tentado em casa.

Momentos EDP

Democracia EDP

A EDP não gosta de vozes contrárias

O “código de conduta” do page facebook da EDP estabelece normas de utilização “democráticas”. Críticas ou comentário ao status quo é que não pode ser…

A EDP: Há já bastante tempo, mais do que andarem a hipotecar a vida dos portugueses, o que me incomoda mais é andarem a destruir o património natural e construído deste país. E a EDP é a maior materialização dessas destruição. Infelizmente, casos como Vilarinho das Furnas não são histórias do passado e repetem-se até aos dias de hoje. Num momento que vemos os EUA a desmantelar centenas de barragens, porque se chegou à conclusão que os prejuízos são muito maiores do que os benefícios, e tendo como exemplo as mentiras que nos passaram de que os barragens iriam trazer desenvolvimento às regiões em causa, a revolta aumenta.

Nunca pensei que esta simples situação de facebook iria ter esta repercussão, mas fico contente que tenha acordado outros para o problema. Não me incomoda muito ter sido banida, incomoda-me sim o que a EDP anda a fazer a este país, às pessoas e à Natureza, marketizando mentiras, e sem que nada seja feito para o impedir.

Joana Couve Vieira

ps: a reacção, por ora, da EDP no facebook. “A página da EDP no Facebook procura estabelecer um contacto mais próximo com o público, convidando a que nos sejam colocadas dúvidas, questões ou sugestões. Pretendemos potenciar a discussão construtiva e a partilha de informação”.

“É Tempo de PARAR com a FRAUDE do Plano Nacional de Barragens”

“Geralmente, as coisas terríveis que se fazem sob o pretexto de que o progresso assim o exige não são realmente progresso…são apenas coisas terríveis”

O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, anulou o contrato de construção do troço Poceirão – Caia da linha de Alta Velocidade Lisboa – Madrid. Esta obra controversa, que tem figurado como bandeira da polémica das Parcerias Público Privadas (PPP), representa um investimento de 1,7 mil milhões de euros, apenas uma fatia dos 4% de peso das PPP ferroviárias (cerca de 3 mil milhões de euros) no bolo total das PPP, a esmagadora maioria das quais lançadas nos Governos de José Sócrates (ver documento da Direcção Geral do Tesouro sobre as PPP aqui.

Anteriormente orçados em 7 mil milhões de euros, e representando 12% do total das PPP, os custos com os encargos a assumir pelo Estado (garantia de 30% das receitas esperadas anualmente por cada barragem às respectivas concessionárias e subsídio à produção de energia eléctrica) e contribuintes (através de impostos e do aumento da tarifa eléctrica) com o Plano Nacional de Barragens foram recalculados em 16 mil milhões de euros, quase 9,5 vezes mais que o troço Poceirão – Caia, e cerca de 20% do total do pacote de ajuda externa a Portugal.

Entre outros aspectos nefastos, voltamos a insistir nestes factos indesmentíveis: [Read more…]