“Pocinho, Tua ou Rua”

Linha do Douro, 2012.

Estação de Torre de Moncorvo, anos 70

Era assim Torre de Moncorvo (Portugal) em meados dos anos 70. Linha do Sabor.

“Canção do Desterro”

Pocinho, Tua, rio Douro, linha do Douro

O 6011

Naquele tempo (1987), os comboios do Douro eram os “seis mil”, os do Minho eram os “cinco mil”. No 6011, cujo horário de maquinista acima se apresenta, devo ter viajado uma ou outra vez, umas quantas vezes, as suficientes para saber que o mundo de agora é diferente daquele. Depois vieram os burocratas a vender-nos um futuro prêt-a-porter, grátis, em prestações sem juros e eis-nos chegado ao sopé dos piores anos das nossas vidas. A folha horária, que podia ser de meu pai, encontrei-a aqui. A página seguinte está aqui.

Todavia, o Comboio

“Conservar y rehabilitar el ramal de la línea férrea entre La Fuente de San Esteban-Barca d´Alva-Pocinho, como recurso patrimonial, motor cultural y de desarrollo socio-económico que debe ser conservado y transmitido a las generaciones futuras”

Barca d'Alva – Fregeneda

Troço internacional da Linha do Douro (construído e pago pelos portugueses) Barca d’Alva-Pocinho, contando, nos seus primeiros 17 km, com 13 pontes e 20 túneis. O troço Pocinho-Barca d’Alva-Espanha encontra-se encerrado desde 1988. Este é o caminho mais curto entre o porto de Leixões e o centro da península, poupando cerca de 200 km à viagem via Linha da Beira Alta. Para lá de ligações anteriores, no mesmo tempo em que os Beatles faziam sucesso, circulavam aqui comboios directos Porto-Madrid…