Zandinga post: Há greves marcadas

Devem estar a pintar posts contra as greves, os grevistas, os sindicatos e os sindicalistas. Era mesmo só isto – foi o momento Zandiga no Aventar.

O PP tem sempre razão

Sou um incondicional do Pacheco Pereira, um homem livre, como há poucos.

Se concordo sempre com ele?

Claro que não, mas gosto da forma livre e inteligente como ele exerce a sua participação no Espaço Público. Não resisto, ainda que isso possa não estar no manual de boas práticas da blogosfera,  a reproduzir integralmente os dois últimos escritos no Abrupto:

O Material tem sempre razão (6)

Vale a pena repetir. Existe democracia quando se verificam duas condições: a soberania popular expressa pelo voto, e o primado da lei. DUAS CONDIÇÕES.

O Material tem sempre razão (5)

Há várias  coisas que nunca se devem esquecer: esta gente é vingativa e não se importa de estragar tudo à sua volta para parecer que tem razão. Já nem sequer é por convicção, é por vaidade e imagem.
Outra coisa, ainda mais complicada, que também não deve ser esquecida: o governo considera bem-vindas as ameaças da troika. São a chantagem que precisam, pedem e combinam. Não são uma voz alheia, nem dos “credores”, nem da troika, nem de ninguém, são o auto falante agressivo que o governo necessita para tornar a sua política inquestionável e servir de ameaça a todas as críticas. E por último, e não é de menos, esta gente é perigosa e, na agonia, muito mais perigosa ainda.

(A propósito do despacho do ministro Vítor Gaspar de 8 de Abril que pára o funcionamento do estado português, atribuindo essa decisão ao Tribunal Constitucional. O governo entrou numa guerra institucional dentro do estado, em colaboração com a troika, para abrir caminho a políticas de duvidosa legalidade e legitimidade baseadas no relatório que fez em conjunto com o FMI. Não conheço nenhum motivo mais forte e justificado para a dissolução da Assembleia da República por parte do Presidente do que este acto revanchista contra os portugueses.)

A vida de um post

Em jeito de brincadeira…antes que morra este dia, que tem uma vida ainda mais curta que um post!!

A  esperança média de vida de um post, parece-me, é de 48 horas.

Ao fim deste tempo, poucos são os que querem saber dele e do trabalho que teve 0 seu autor…

Quer-se um post fresquinho, acabado de publicar. Sim, um post é como pão acabado de sair do forno barrado com manteiga…

A tristeza de ver morrer o seu post, faz com que o bloguer escreva um novo artigo logo a seguir… 

O bloguer é, neste sentido, um padeiro ou uma padeira em constante azáfama, num esforço tremendo em ter pão sempre fresco…

São raros os leitores que procuram pacientemente um título interessante, escrito há dias ou meses (o que é ainda mais raro).  Anos? – nem pensar.

Há uns tempos recebi o comentário de um post que me tinha «morrido» há uns mesitos. Fiquei admirada. Que coisa macabra alguém ler um post escrito e enterrado há tanto tempo…

Obrigada a esse leitor que, por breves momentos, insuflou vida ao meu post!!