A felicidade das prostitutas e dos seus filhos

A campanha era infeliz. Os brasileiros eliminaram-na. Em Portugal, sem publicidade, sabe-se que são os filhos delas os mais felizes.

A porta-voz do movimento «Esposas de Viseu» dá a cara

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«Não percebo como há homens porcos a procurar fora quando têm tão bom em casa» – foram as primeiras palavras da porta-voz do movimento.

Os porcos de Viseu e suas esposas

rolo%20madeiraAproveitando a plataforma wordpress, alguém criou um blogue que, até ao momento, tem um único post, cujo título é, só por si, um texto

PARA QUE AS NOSSAS CONTERRÂNEAS NÃO CONTINUEM A SER ENGANDAS POR HOMENS PORCOS QUE AS ENGANAM E TIRAM DA MESA PARA ANDAREM NAS PROSTITUTAS DA QUINTA DO GRILO E DO GALO ( VISEU ). SAIBA AQUI QUEM ELES SÂO:

Em primeiro lugar, vê-se que é alguém que está preocupado com as conterrâneas, especialmente se enganadas, sobretudo por homens, para cúmulo porcos e que enganam. Parece-me redutor e penso que seria importante levar este serviço público mais além, porque conterrâneas enganadas por homens porcos não hão-de faltar no país inteiro. Eu próprio, sem ser conterrânea de ninguém, agradecia que me indicassem a matrícula do carro de Passos Coelho.

Como se isso não bastasse, os tais homens porcos que enganam as conterrâneas do/a autor/a do blogue tiram da mesa para andarem nas prostitutas, o que poderá revelar estranhas práticas sexuais e hábitos de higiene muito pouco recomendáveis. Já imagino a senhora Dona Felismina a perguntar ao marido, abusando das sibilantes: “Ó Zé, fozte tu que levazte da meza o coelho bêbado?” O Zé, para disfarçar, poderá responder: “O quê? O primeiro-ministro está outra vez na televisão?”

Um dos visados terá sido internado recentemente, com vários traumatismos, por ter sido brutalmente agredido pela própria esposa, uma vez que, depois de ter sido acusado de frequentar prostitutas, terá respondido, irritado: “Não, quando quero ir às putazz, fico em casa.”

Retorno ao sector produtivo

Será a aposta na agricultura um caminho para o nosso país?

(ao minuto 11 do vídeo)

– Ligaram para mim a pedir fruta para logo à noite. Posso levar a fruta à vontade?

– Não é preciso que já foi mandada.

– Não é isso – é para dormir.

– Mas quem pediu?

– O homem que vai ter consigo de tarde.

– O JP?

– Sim. Ligou para mim a pedir rebuçados (…)

Nota de autor: o JP é outro.

Pensei que em Portugal já não havia discriminação

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Não sei quem colocou o cartaz, algo tosco e com uma caligrafia irregular. Mas não posso deixar de classificar como delicioso o remate, uma pequena tira de fita-cola de uma marca associada, normalmente, a produtos para crianças e jovens.