Expulsar ciganos com música

O autarca de Landen (Bélgica), Gino Debroux, queria expulsar um grupo de ciganos que acampou na cidade. A conversa com o líder da comunidade não correu bem e o autarca lembrou-se de contratar um DJ para pôr música a tocar a 95 decibéis junto do acampamento.

Acontece que o DJ escolheu começar com o “Sultans of Swing” e o resultado foi pôr a criançada toda do acampamento aos pulos. [Read more…]

Como afugentar ciganos

Enquanto o Sarkozy e o Berlusconi fazem de tudo para expulsar os ciganos dos seus países, há quem em Portugal os queira longe dos seus estabelecimentos comerciais. Certamente que já repararam que alguns cafés para afugentar os ciganos têm vindo a colocar nas suas vitrinas, ou na entrada, sapos, pensando que estes batráquios são “repelentes” de ciganos.

Como o povo português em geral, os ciganos não estão alheios às superstições,  e sendo o sapo um bicho usado em feitiçarias e bruxarias não deixava ninguém indiferente e no passado os ciganos rezavam para não ver nenhum.

Hoje o sapo é encarado como mais um bicho, isto porque 50% dos ciganos em Portugal são evangélicos, e sendo assim essas superstições foram extintas das suas vidas…

Por isso perdem tempo e dinheiro ao colocarem sapos de louça nas vitrines e nas entradas dos estabelecimentos, pelo contrário, hoje os mais novos para brincar com a situação até beijam os sapos de louça.
Arranjem outra, porque essa já é antiga!

Bruno Gonçalves

Sócrates, Manuela Moura Guedes, Eduardo Moniz e os sapos

Entendamo-nos: Eu achava o programa de “informação” apresentado às sextas-feiras por Manuela Moura Guedes abjecto. Por isso não o via.

O cidadão José Socrates e seus acólitos eram livres de achar o mesmo que eu ou, até, pior. Desligavam a televisão e não viam. Sabendo-se insultados faziam o que faz um cidadão: queixavam-se a quem de direito, os tribunais.

O primeiro-ministro José Sócrates espero que não tivesse tempo para perder com o programa porque estava ocupado com assuntos do país, portanto não o via. Sabendo-se insultado fazia o que faz um cidadão a quem acontece ser primeiro-ministro. Como não tem tempo a perder com minudências, manda processar o programa. Ou não, se quiser passar a imagem de quem convive bem com as críticas. Toma a decisão – espera-se que um primeiro-ministro tome decisões – de apresentar ou não apresentar queixa e age em conformidade.

O cidadão-primeiro-ministro José Sócrates quis o melhor de dois mundos. Passar a imagem de quem convive bem com a crítica e acabar com ela como se fosse primeiro-ministro-cidadão do Irão.

Eu, olhando os personagens, não me sinto bem com nenhum. Mas, neste caso, estou com Moniz e Manuela Moura Guedes. Informo o cidadão José Sócrates que engoli um sapo para escrever esta última frase. Peço ao cidadão José Sócrates que informe o primeiro-ministro José Sócrates de que engolir sapos faz parte do cargo.

Não gostando de sapos resta a demissão.