Violência de ultras mata em Madrid

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Riazor Blues

O futebol, sempre tão vergastado, deve assumir o papel do Estado ao banir das suas fileiras os ultras? E serão os ultras, de facto, uma realidade do futebol ou são meros arruaceiros do pior, que estão a servir-se do futebol para clamarem com mais audiência os seus ideais (“el club perseguirá a cualquier otro colectivo, peña o grupúsculo que pudiera surgir en el futuro bajo cualquier otro nombre, que no condene radicalmente la violencia o que utilice el nombre del Atlético de Madrid o sus instalaciones para defender ideas políticas, racistas o xenófobas”, lê-se no comunicado de hoje do Atlético de Madrid)? [Read more…]

Dedicado ao local onde vivo

O Aventar tem sido um espaço onde, com a ignorância dos não profissionais, tenho procurado pensar a política no seu sentido mais nobre. Não vivo da política, nem vivo para a política. Entendo a política no seu sentido mais nobre como a gestão da coisa pública, como a organização, feita pelos cidadãos, do colectivo e não apenas como a gestão dos interesses privados ou até dos interesses dos partidos.

E entendo que esta atenção sobre a política faz ainda mais sentido quando olhamos para a nossa realidade, para a nossa terra, para o nosso cantinho. Vem daí a minha insistência em trazer para o Aventar a realidade de Vila Nova de Gaia, o meu cantinho. Não falo, nem escrevo sobre Vila Nova de Gaia desde Viana do Castelo ou desde Lisboa, nem tão pouco da rua Guerra Junqueira.

Não falo como adepto do partido A ou do partido B  – aliás continuo a não entender a existência de ultras na política: esses adeptos incondicionais, que seguem o seu partido para todo o lado, ainda que esteja evidente aos olhos de todos a estupidez das suas escolhas. Basta pensar, por exemplo, nos defensores de Relvas que estão sentados hoje no Parlamento para encontrar exemplos desses ULTRAS, que saltam de tacho em tacho, atrás sabe-se lá do quê! [Read more…]

Obviamente calou-se

Heloísa Apolónia pediu hoje ao primeiro-ministro que censurasse o banqueiro Ulrich pelas suas declarações desprezíveis.