A poesia passeia-se nas ruas das Astúrias

Comments


  1. Há que passar à acção!


  2. Conheci estes homens,há uns anos,quando tentei adaptar o sistema de formação deles às minas,em Portugal,de Jales e da Borralha.
    Estive por lá uns dias.
    Houve tempo para conversar,tomando uma sidra.
    Gente de aço,moldada em condições miseráveis,solidária,como só os mineiros sabem ser,e bem lúcida,tudo é negro daquele pó que se entranha até às tripas.
    O cartaz que exibem é de uma grande coragem e um aviso sério.
    Uma faúlha que pode acender uma bomba.

    Um abraço,
    mário


    • “O cartaz que exibem é de uma grande coragem e um aviso sério”?

      Só pode estar a brincar! Aquele cartaz denota violência, selvajaria, crueldade, enfim, uma mentalidade primitiva e insensível. É a velha história de “a violência gera violência” que, pelo visto, ainda ninguém compreendeu!


  3. Devem estar a referir-se a las hijas, essas verterão, uma vez por mês. Os espanhóis ainda não viram a conta que têm para pagar, gastaram em seis ou sete anos o crédito de 20 anos, e não serão os mercados que esperarão tanto tempo para ter a massa de volta (não será de admirar que o desemprego ultrapasse os 30%).


  4. Pois,denotar denota,da parte de quem?
    mário


  5. “Isso é irrelevante”?
    Pois,para mim faz toda a diferença.
    A neutralidade favorece sempre o mais forte,a exploração,neste caso,com esclavagismo.
    Com a tirania não se dialoga,combate-se.
    Ou então não queremos mudar nada.
    mário


    • “Com a tirania não se dialoga,combate-se” Ora aqui temos mais um exemplo do recurso à violência e de como não se compreendeu ainda a noção básica de “comportamento gera comportamento”!


  6. Agradeço-lhe,sobretudo,o “básica” da noção,que hei-de fazer,cada um chega onde pode.
    Prefiro os ensinamentos da vida que tem a ironia de não obedecer aos tratados académicos,talvez,sei lá,porque os tratados académicos,bem como o ensino,obedecem aos interesses do poder mas,sou um ignorante curioso,tão só.
    mário


    • Caro Mário, nada têm a ver as minhas apreciações com o que acabou de escrever. Eu refiro-me tão só à enorme tendência que as pessoas têm para a violência.

      Posso garantir-lhe que tenho aprendido muito mais da vida do que dos livros e tratados académicos. E posso também garantir-lhe que ignorante também eu sou, e muito!


  7. Minha cara Isabel
    É um gosto conversar consigo.
    Não tenho tendência,nem para santo,nem para mártir,acho que algumas mudanças só se conseguirão com violência,desgraçadamente.

    Estou a ver se consigo,com o mínimo de violência verbal,manifestar a total oposição a uma tourada que querem fazer,na Guarda imagine-se,essa sim um apelo à violência gratuita e às arenas romanas,é a degradação civilizacional.

    mário


  8. Sabe caro Mário, quando digo às pessoas, ou escrevo aqui no Aventar, que é necessário fazer uma mudança qualitativa individual, isto é, que cada um tem que fazer a sua própria revolução a nível interior, na sua própria mentalidade, porque a verdadeira mudança começa em cada um, as pessoas riem-se, chamam-me doida e às vezes coisa pior! Eu não me importo, e nem sequer fico a detestar as pessoas que o fazem, e isso porque é assim que eu penso, é assim que eu faço, é assim que eu ajo, é assim que sou a cada segundo da minha vida, e portanto falo sempre por mim e a partir da minha própria experiência. Só assim podemos ser verdadeiros e honestos, connosco e com os outros. E posso dizer-lhe que, só por isso, já implementei grandes mudanças em meu redor.

    Mas estou aqui com toda esta retórica apenas para lhe dizer que, infelizmente, as touradas só se deterão quando cada um de nós tomar verdadeira consciência desse acto grotesco e cruel, e do absurdo do divertimento que julgam ser.

    De qualquer modo, força! 🙂 Estou consigo contra as touradas!

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