pontapé na gramática

Image

Contra Uma Reforma Administrativa Cujas Vantagens Ninguém Conhece

Viver o 10 de Junho em Barcelos, 10 de Junho, o “dia da raça“.

Pequenas Correcções (II)

Ao contrário do que o Pedro Marques Lopes afirma, os bancos podem, sem qualquer problema, falir. O papel do estado nessa circunstância é garantir que o processo decorre sem pânico e circunscrevendo os efeitos secundários o máximo possível.

[Read more…]

Maria Keil 1914/2012

Maria Keil 

azulejos de Lisboa

Painel (pormenor) Metro do Intendente

Foto de nano pxl

Pequenas Correcções (I)

Concordo com o Daniel Oliveira, apenas o montante que ele refere está errado.

[Read more…]

Cavaco foi aos pobres

António Costa é de esquerda?

Leia um resumo do que se passou na Mouraria.

Um rosário de lágrimas

As queixas da direita pela intervenção do estado espanhol no mercado bancário. Choram tanto que não se ouve quase nada.

«La ostentosa Portugal»

Quero agradecer à nossa leitora Alexandra a informação dada sobre a seleção portuguesa através do seu comentário ao post «Já ganhámos!». Ela escreveu “Desde cá, vê-se assim:…”. Ou seja, como estamos a ser vistos pelos nossos vizinhos espanhóis, também eles em crise e a pedir ajuda internacional.

Alexandra enviou-nos o link para o jornal El País online de ontem, dia do jogo com a Alemanha. Pode ler-se, por exemplo, e tento traduzir: “O conjunto luso hospedou-se no hotel mais caro do torneio, desatando a indignação de um país sumido numa grave crise económica. (…) gastaram o dobro de Espanha, mais austera. (…) Portugal nunca ganhou nada como seleção”. Vale a pena ler a notícia.

No Dia de Portugal, há que refletir sobre este defeito do português: a mania do exibicionismo (ou ostentação). Fica-nos mal. É uma mentira que se conta…

A revisitada teoria da suspensão da democracia

«Quando uma câmara está excessivamente endividada, quem vier depois a ganhar eleições não tem margem para tomar qualquer decisão política.» Rio, no Público.

Piratas Majus

drakar

Um Drakkar Viking no Viking Ship Museum de Oslo

Durante os séculos IX e X o Al-Andalus foi assolado pelos ataques dos piratas Majus, normalmente conhecidos por Vikings, que lançaram o terror nas regiões costeiras. Os seus raids, de curta duração, durante os quais pilhavam, saqueavam e faziam prisioneiros que vendiam posteriormente como escravos, iniciavam-se com o aparecimento dos célebres navios com cabeça de dragão, os drakkars, extremamente manobráveis, com os quais subiam os rios para atacar as cidades situadas nas suas margens.

A grande estatura dos guerreiros Vikings, as armas temíveis com que se muniam e os enormes cães que corriam na vanguarda dos seus exércitos, incutiam o pânico nas populações, e granjearam-lhes a fama de sanguinários que perdura até aos nossos dias.

Apesar de terem colonizado áreas consideráveis no Norte da Europa e aí se terem dedicado a um comércio intenso com a Escandinávia, as suas acções no Al-Andalus foram actos de pura pirataria, já que não tinham como perspectiva nem a colonização, nem tão pouco o estabelecimento de entrepostos comerciais, dada a falta de meios para manter sob o seu controlo territórios tão distantes. [Read more…]

Hoje é o dia

E. ainda há quem faça propaganda disto:
a pátria onde Camões morreu de fome
e onde todos enchem a barriga de Camões!

José de Almada Negreiros, A Cena do Ódio


Domingos Sequeira, Morte de Camões

Um país, dois tempos

Hans Magnus Enzensberger sobre  Portugal e as  ilhas temporais.

A desculpa que se segue

Isto estava tudo a correr tão bem, a austeridade estava a funcionar maravilhosamente, a Espanha é que estragou tudo. A cantilena vai durar umas boas semanas. Tem um pormaior aborrecido: o erro deles é uma cópia do nosso: austeridade e  salvar bancos. E claro que eles se vão desculpar com a Itália que se segue.

imagem Viajando pela Jangada da Vida

O Circo do Jogo

O embate de ontem com a Alemanha só deu circo no resultado, no mais os titulares foram suficientemente briosos para fazer esquecer as insinuações que Manuel José atirou como um ferrete indelével e agoiro de mau gosto.

No final da partida, pensei que teria sido interessante se a Alemanha tivesse marcado mais cedo, situação que levaria obrigatoriamente ao que se viu: uma reacção de brilho com fogachos vulgarizadores dos alemães, coisa que tivemos tarde de mais, e não tivemos enquanto o empate ou o medo pareceram suficientes. Somos geniais sob pressão e mais ainda quando estamos a perder, já muitos o disseram. No alto mar, especialmente sob uma procela de morte, era preciso um porto. Fazia-se por ele. Nas Ilhas Encantadas do Sul, nesses longes oceânicos de áfricas e brasis, cercados de índios, nativos e aborígenes, era preciso mulheres para federar o sangue. Casava-se com elas, olha o desgosto!

Actualmente, no campo de futebol, é preciso que nos fodam. Aparece logo aí uma genialidade tirada do cu com um gancho que por vezes, raramente, dá bónus, isto é, bons resultados. É quando acordamos e faz-se luz. Por que acham que a Troyka nos avalia positivamente e os elogios ao Governo e ao Povo chovem dos quatro cantos do mesmo mundo que hoje corta os ratings da Espanha aqui ao lado?! Porque damos tudo. Ontem, conforme previsto, perdemos, tirando o facto de não termos sido arrasados. É sempre a mesma merda com a Alemanha.

Mas se o circo de Manuel José compareceu neste primeiro jogo, foi somente no pequeno pormenor do resultado, repito. Aposto que ontem a raiva dos nossos jogadores era tal que prescindirão de bom grado da folga cultural-sexual-familiar a que teriam justamente direito em caso de vitória ou empate. É bom que se compenetrem disto: estão quase fora deste Euro.

Ramsés entre o divino e o terreno

Documentário do Canal História, legendado em português, sobre um dos mais importantes faraós da história do Antigo Egipto, Ramsés II.

Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.3. – Contributos das primeiras civilizações