O fim anunciado de muitos blogues

O serviço weblog.com.pt vai fechar no dia 22. É mau. Mesmo com a possibilidade de se exportar para outra plataforma perdem-se muitos conteúdos e todas as ligações, vulgo links.

No meu caso a perda será neste caso mínima, mas anda por ali muito conteúdo que nos fará falta a todos. Como sucedeu com o encerramento do Terràvista (que tinha só a esmagadora maioria dos conteúdos portugueses do século passado) escolher uma plataforma de publicação tem que ser bem pensado, sempre garantindo a possibilidade de exportação fácil, e confiando pouco em plataformas nacionais.

Acordo Ortográfico: entremez muito simples sobre a arte de não responder

Esta caixa de comentários inspirou-me o pequeno divertimento que se segue. O visado perdoar-me-á. Ou não.

Personagens: Nabais e Silva

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O que faz mal às pessoas

O SNS não será nem é sujeito a nenhum tipo de racionamento desta forma. Vamos ter é uma racionalização cada vez mais no sentido de só fazermos às pessoas aquilo que faz bem às pessoas

Fernando Leal da Costa é médico e secretário de estado. Já teve a lata de querer poupar nas terapias que prolongam por pouco tempo a vida de alguns doentes de cancroAgora pelo que se percebe descobriu que o Serviço Nacional de Saúde faz coisas que não fazem bem às pessoas. Não fazendo bem é suposto que ou fazem mal ou são placebos. Ora se isso existisse no SNS não era caso para poupar, mas sim para exterminar. Entretanto começamos todos a desconfiar que  Leal da Costa não é um placebo, faz mesmo mal às pessoas. Precisa de ser removido, com urgência, tal como toda a equipa ministerial de privatização da saúde.

Era uma vez um primeiro-ministro em dois episódios

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Internet sem fios gratuita para todos

Parabéns S. João da Madeira. Às vezes, ser o concelho mais pequeno do país, compensa.

Tudo farinha do mesmo saco

Seguro não vota contra o governo. É a abstenção violenta mas construtiva.

O fosso que todos ajudamos a cavar

O fosso de que se trata neste post é aquele que “se cava” entre a política e a vida.

Não somos apenas nós, cidadãos comuns, que o dizemos (sobretudo sentimos). São também, pelos vistos, alguns políticos como o deputado do PS Francisco Assis, que escreveu ontem no Público: “Quando entre a política e a vida se cava um fosso, tudo pode acontecer”.

Eu quero e preciso acreditar que ele, enquanto agente político, está a ser sincero e a trabalhar no bom sentido ou de boa fé para o bem comum.

Ele reconhece a “profunda distância que separa o discurso prevalecente na política do mundo concreto da vida”.

Ele sabe, ou finge saber, ou isso lhe interessa (maquiavelicamente) que, para nós, homens e mulheres comuns,  os discursos políticos já não significam nada, que são «montados» de “palavras ocas”. Assis refere-se sobretudo aos homens e mulheres “que se limitam a viver uma vida sem esperança, sem futuro, sem projecto, quase sem dignidade”.

“Tudo pode acontecer”. Tudo pode acontecer quando se cava um fosso entre a política e a vida. Já conhecemos muitos exemplos disso mesmo.

O fosso está cada vez mais profundo.

Mas nós, às vezes, damos uma ajudinha e não é só pelo voto…

Um exemplo: foram criados 1008 movimentos na sequência da iniciativa do governo «O Meu Movimento». Ideias boas e reveladoras de um interesse genuíno dos portugueses em melhorar este país. 

Um apenas foi recebido pelo PM (eles a cavar com toda a força): o movimento denominado «Abolição das Corridas de Touros». Teve mais de 8000 apoiantes (a nossa ajudinha). Não havia causas mais importantes a apoiar? Porque ganhou esta? O que se passa connosco? De que estamos à espera?

Não sou contra os touros, mas os portugueses estão a precisar mais de serem ouvidos e atendidos… Foi desperdiçada uma grande oportunidade.  Mais de 1000 pessoas registaram as suas preocupações através da criação do «seu» movimento, para depois ser selecionado apenas 1. Entre os 4 primeiros com mais apoiantes, 2 manifestam preocupação pelos animais…

Para quando uma audiência com os graves problemas das pessoas?

Uma vergonha.

A verdadeira festa do futebol

Dedico este post a todos os que acham que os adeptos de futebol

 são meros hooligans  lobotomizados, broncos sem meio palmo de testa,

primatas a caminho  da descoberta do polegar opositor.

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Ontem, em Gdansk, os irlandeses (tal como os espanhóis) protagonizaram um dos mais belos momentos que o futebol pode proporcionar, com a particularidade de não se ter passado sobre o relvado, mas nas bancadas. Ainda durante o jogo, perdia a Irlanda por 4-0 e os irlandeses cantavam assim

Acabado jogo, ainda no estádio, consumada a derrota e eliminada a Irlanda da próxima fase do Euro 2012, ouvia-se este som impressionante [Read more…]

Impulso jovem

Árbitro Pedro Proença faz falta sobre jogador irlandês

Ontem, durante o jogo Espanha-Irlanda, Pedro Proença fez uma falta nítida sobre um jogador irlandês, recorrendo a uma carga pelas costas. Talvez porque ninguém é bom juiz em causa própria, resolveu não apitar, porque, provavelmente, seria obrigado a mostrar cartão amarelo a si próprio e corria o risco de ficar excluído da próxima jornada.

O Legado das antigas civilizações – Cartago e os Fenícios

Não abundam na net filmes completos sobre a civilização fenícia. A sua importância relativa, no contexto da História do 7.º ano, leva-nos ainda assim a inclui-la nesta série através deste documentário. «Cartago e os Fenícios» aborda a história de um povo de comerciantes e marinheiros que chegou com as suas embarcações até à Península Ibérica e que tinha Cartago (actual Tunísia) como a sua colónia mais importante. Organizada em cidades-estado, a civilização fenícia tinha o seu centro no território actualmente correspondente ao Líbano, Síria e norte de Israel. Por ser falado em inglês, o presente documentário deverá ser legendado.


Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.2. – Contributos das primeiras civilizações

Umbigo


Marcelo Tholedo

Privatização dos infantários da Segurança Social: Ninguém luta pelas nossas crianças?

O Governo prepara-se para privatizar a partir de 1 de Setembro 25 infantários e centros infantis em todo o país. A comunidade criada no Facebook é cada vez maior. A Comunicação Social em breve vai dar atenção a esta luta.
Mas e os Partidos políticos, onde param? Por onde anda o PCP e o Bloco? Não é uma luta que lhes interesse, a luta das nossas crianças? Não é uma luta que lhes interesse, a privatização de 25 infantários e o despedimento colectivo encapotado de mais de 1000 funcionários públicos?
E os Sindicatos de Professores, onde param? As educadoras de infância não são colegas? Não são sindicalizadas? Não estamos a falar de pré-escolar?
E os blogues de educação, onde param? Há tanto para falar de educação e nem uma linha para defender as nossas crianças? Para defender as educadras de infância que vão ficar sem emprego?
Vamos à luta, porra! Podem conseguir o que querem, mas não hão-de consegui-lo sem luta!

Imposto sobre a casmurrice

Site de compras online cobra taxa a utilizadores do Internet Explorer 7Leia a explicação do site (em inglês)