Um ano de Governo

Em Outubro escrevi sobre um receio: a possibilidade do doente morrer da cura.

Agora que passou o primeiro ano de Governo, repito o receio. O caminho para a desejada recuperação da nossa economia só pode, na minha opinião e de forma simplista, passar por um verdadeiro “choque fiscal”: descida para metade do IRC, descida do IVA (com apenas duas taxas de 5% e 15% respectivamente), fim da dupla tributação no imposto automóvel. Num prazo de dois anos, a implementação de uma verdadeira harmonização fiscal em toda a UE.

Além disso, renegociação total das parcerias público-privadas (e publicitação integral do conteúdo dos contratos existentes); continuar as reformas já iniciadas e finalizar, rapidamente, as privatizações em carteira. Sobretudo nos transportes (TAP, CP, STCP, Metro, Carris, etc). Indústria, Turismo e Formação Profissional devem ser as principais apostas da revisão do QREN e na negociação do próximo quadro comunitário – acautelando, na revisão, as expectativas jurídicas em face dos contratos existentes.

Só assim se pode salvar o doente sem o matar com a cura.

E o piloto conduz mais que as gentes que leva…


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 13 – O Barco para a Afurada. Letra e música de Pedro Abrunhosa.

Arautos de São João em Tregosa

arautos sao_joao tregosa barcelos, vale do neiva

Em Barcelos, o maior concelho português.

O Porto inteiro a bater no coração


Do CD Junta Corações – Festas de S. João do Porto. Faixa 1 – S. João do Porto. Letra de João Lóio, música de José Mário Branco.

Ditosa pátria que tais ladrões tem

Helena Roseta contou um caso ocorrido com Miguel Relvas que tresanda a tráfico de influência. E, pasme-se, é uma farisaica arquitecta que gosta do protagonismo.

Já Domingos Nóvoa, quando denunciado por Sá Fernandes, virou a acusação contra o acusador. Percebe-se por estas reacções, sem pejo em defender um ministro mentiroso e corrupto, o que  aconteceu nos tribunais. Em Portugal corrupção é mera cunha, fazem todos, deixa-se andar, aponta-se o dedo a quem denuncia, e daqui a meia-hora estão a dizer mal da Grécia, essa sim, a pátria das poucas vergonhas.

E o Ministério Público, dorme aonde?

Volta a Portugal em apupos

Cavaco Silva vaiado duas vezes no mesmo dia, em Guimarães e em Castro Daire.

As cidades sem coreto e os coretos sem amor são como igrejas vazias


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 2 – À sombra de dois trombones. Letra e música de Mário Alves.

Parabéns, Lionel Messi

Hoje faz anos (25) o outro grande jogador do mundo.

Dois jogadores desta craveira ao mesmo tempo num só planeta é coisa rara. Em vez de discussões da treta sobre o melhor  (uns dias é um, outros é o outro), o melhor mesmo é desfrutar o seu futebol.

Hoje Messi faz anos e está de parabéns.

Eu, se me chamasse Cristiano Ronaldo, mandava-lhe uma mensagem de felicitações, desejava-lhe muita saúde, força e combinava um jantarzinho secreto durante as férias num lugar à escolha do aniversariante, onde nos riríamos das paixões assolapadas de alguns e do desprezo de outros.

Depois disso voltávamos ambos à rivalidade para público ver.

É que qualquer deles precisa do outro para ser ainda melhor do que já é.

Hoje o Porto desde a Foz até às Antas esqueceu as divisões que não são suas


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 9 – Uma noite não são noites. Letra e música de Pedro Osório.

Relvas Roça Rente Rancores Reles

Relvas é uma coisa tradicional na Política em Portugal: motor desmedido em contactos, cumplicidades, na grande soma e subtracção de favores e gratidões de que se faz o grande bloco central e homogéneo de interesses e poderes. Depreende-se do testemunho muito correcto e sereno de Helena Roseta, que Relvas, político frenético e activista, vive e prospera do tráfico de influências, da negociação política permanente com a sua crueza implacável feita de ganhos, perdas, contrapartidas, agrado a gregos e a troianos. Um homem assim, visceral aparelhista, não tem moral para falar na ‘exportação’ dolorosa dos nossos activos humanos, com a brutal ruptura de laços que ela envolve, com esse reconstruir de vidas portuguesas na distância da Pátria Amada, no natural esfriamento e estranhamento familiar, não como opção, mas como única saída. Mais lhe vale falar de futebol e ir pastorear gambozinos.

Carta do Canadá – Universidade e política

Assim como o ensino primário é o sólido alicerce do conhecimento daquele que o busca, a Universidade é a cúpula desse mesmo conhecimento. O primeiro garante bom terreno para o secundário e este, se não tiver qualidade, pode liquidar as esperanças do candidato ao saber de nivel superior. O ensino no seu todo, creio, é uma longa cadeia de indissociáveis elos, firmemente mantida por professores que, salvo lamentáveis excepções, dão grande parte da sua vida à tarefa de formar jovens. É tarefa tão nobre,e tão exigente, que nos parece evidente o  direito que têm ao respeito, ao apoio, às boas condições de trabalho.Infelizmente, quem (des)governa por conta de partidos que só vêem o palmo diante do nariz, fala em conhecimento para ficar bem no retrato eleiçoeiro mas reduz tudo a contas de mercearia. Vivemos a hora do cifrão, da ganância, da mediocridade – basta ler atentamente os curricula académicos e profissionais da generalidade dos políticos. Logo se percebe que,de facto, a ignorância é atrevida. [Read more…]

Um bom copito dá força a qualquer morcão


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 8 – Todos à Rua. Letra de João Lóio, música de José Mário Branco.

Prefiro as ervas daninhas e aquela que é proibida


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 6 – Erva Proibida. Letra de Regina Guimarães, música de Pedro Moura.

Deuses e deusas

Documentário do Canal História, falado em português, que aborda de forma geral o mundo da mitologia grega. Sobre este tema, a série de 10 episódios «Confronto dos deuses», do Canal História, também está disponível na net. Alguns desses episódios abordam a mitologia grega.

Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 2 do Programa: A Herança do Mediterrâneo Antigo
Unidade 2.1. – Os Gregos no século V a. C.: O exemplo de Atenas

O São João em Bastuço de São João

Em Barcelos, o maior concelho português.