Agora nas cozinhas portuguesas:
– Chega aí o gaspar para aproveitar o resto da massa.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

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Não me recordo de ter tido um Natal tão triste mesmo antes de 1975 – individual e colectivo – e não tem a ver apenas com situação pessoal mas sim com tudo o que vejo pelas ruas da cidade e nas caras de quem passa por mim – e mesmo nas parêdes das casas que parecem elas também tristes de tanto abandono