Masturbações escolares

Duas anedotas a propósito desta notícia.

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Na primeira o título Masturbação em salas de aula gera queixa no Ministério Público aparece no meu feed do Facebook, tento ler e a rede wifi do Ministério da Educação bloqueia ao detectar conteúdo impróprio. Suponho que o filtro impede o acesso a “salas de aula”, ou será a Ministério Público?

A segunda chega-me pelo sempre atento blasfemo Vítor Cunha, moço que leu escola secundária e tratou de invocar “as estatísticas do ensino obrigatório com duração de 12 anos“, como quem soletra um mantra num templo hindu. Azar, o problema tem origem em 3 turmas do 9º ano do ensino vocacional, essa genial criação do liberal Crato imitando os disparates germânicos.

Ainda podia contar uma terceira anedota sobre as famosas píveas na aula de Geografia, idos de 70, acto heróico que consagrou uma figura hoje muito pública e que continua muito de direita, mas não conto, quem se recorda deve ter-se rido na mesma com os comentários tipo “experiência individualizada de cada background sócio-cultural” ou “isto precisa é de um Salazar” que fui lendo por aí, e como não sou bufo,  chega-me.

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