Serpentinas

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Montra-me

montra

 

JJC, com um velho e fraco telemóvel, Coimbra, 2011

Coimbra não é vossa

rapanço

Para quem não está a ver como é a vida na cidade que viu nascer a tal de praxe, passo a  narrar. Quinze dias do ano em particular, e muitas das terças e quintas em geral, as leis por aqui não são iguais para todos.

Hordas de bêbados atravessam as ruas a qualquer hora da noite berrando, no intervalo de elas  em coro exigirem mais caralho que as foda e eles mais cona que os satisfaça, Coimbra é nossa. Todas as regras sobre ruído e manifestações públicas são mandadas às malvas com a cumplicidade amedrontada da PSP, Polícia Municipal e Ministério Público.

Este estado de excepção leva a que o sono dos indígenas e aqui emigrantes seja um direito perdido num território com  uma constituição à parte, a que podíamos acrescentar  a esterqueira em forma de vómitos e detritos vários que temos de suportar na manhã seguinte. Mas é considerado normal numa cidade onde por exemplo o saque e a vandalização não são perseguidos, um longo historial de burlas nas contas  das festas académicas não é investigado, um simples roubo no Museu Académico é narrado ao contrário. [Read more…]

R.I.P.

Preferia não colocar este post. Obrigado Philip.

Quando os portugueses   quiserem

a ANS está pronta para a revolução.

Annoying oranges

laranja cuecas

Estou um bocado farto de ver esses doutorados das universidades de Verão serem pagos pelo dinheiro dos meus impostos para fazer e dizer tanta merda. Bom, se calhar estou a exagerar. A merda não me fez mal algum que justifique colocá-la no mesmo saco que certas e determinadas inutilidades que gostam de brincar aos referendos.

O que podemos esperar de um Parlamento onde o líder do Governo é um ex-jota trapaceiro, que teve como nº2 Miguel Relvas, outro ex-jota versado na arte da mentira e do connect, com quem, e em conjunto com outros jotas reformados e estratégicamente posicionados, andou em tempos a jogar o Monopólio dos fundos europeus da zona centro? [Read more…]

Ayn Rand, ou o neo-nazismo revisitado

Any Rand é a musa da extrema-direita contemporânea. Com o seu tradicional horror às artes e cultura até uma escritora de 5ª categoria serve, o que se exigem é que seja clara nos objectivos, armada em filósofa e com uma brilhante biografia.

A essência da coisa é a do costume: a afirmação do individual contra o social, algo que já tinha sido a luta de Adolfo Hitler, mas esse queimou-se. É ouvi-la:

E está certo, assumem-se ao que vêm: passar por cima de tudo e de todos para alcançar o sucessom capitalismo em estado selvaticamente puro, portanto, outra coisa não se espera de alimárias.

Que um apanhado pelo clima venha aqui vender tal peixe não me espanta: é a sua natureza, o Mein Kampf vem já a seguir.

Vídeo da semana

O vídeo em destaque na semana que passou, pertence a uma das minhas bandas preferidas, Arcade Fire, que terão oportunidade de assistir ao vivo em Portugal no próximo dia 31 Maio. A banda canadiana que termina hoje em Perth a digressão na Austrália, passou pela mítica Triple J, gravando 3 vídeos nos estúdios da rádio. 

Desculpa, Dario, mas…

praxe é isto:

Paulo Portas:

irrevogavelmente cheio de moral.

Today is your day

AtlasShrugged “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Ayn Rand