Novo partido

livre

O Livre está para o PS como os Verdes para o PCP. A Coligação Democrática Partilhada é já a seguir.

Guitarras da Ucrânia

Minho e Douro

porto_sao_bento

Praxe é Isto…

 
… agora cá mulheres desnudas e noitadas na praia de mar revolto

Pós troika, vida velha…

«Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho: não se governa nem se deixa governar!»

-Em vésperas da saída da troika, Portugal prepara o regresso aos velhos e maus hábitos, sinal que nada mudou, apenas as circunstâncias obrigaram os poíticos a tomar medidas. O PSD, pensando já em eleições, admite voltar a abrir a torneira a Alberto João. Por sua vez o PS não deixa margem para dúvidas, entre reduzir despesa ou aumentar impostos opta pela última. Não surpreendem.

Vasco Graça Moura

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Em Portugal, é habitual fazer homenagens aos mortos. A quem se tecem grandes elogios. Mesmo os seus adversários, nesse momento só têm palavras bonitas para deixar.
Não foi o caso de Vasco Graça Moura. Foi homenageado ainda em vida, com direito à presença de ex-presidentes da República e do presidente da Comissão Europeia. O tom foi o mesmo de sempre nestas circunstâncias e muitos falaram como se ele já tivesse morrido. Artur Santos Silva chegou mesmo a falar no passado.
Para ser sincero, devo dizer que não gosto de Vasco Graça Moura. Nunca gostei. Sobretudo naqueles anos áureos do cavaquismo, durante os quais era mais Papista do que o próprio Papa, prestou um mau serviço à democracia portuguesa. Quanto à obra literária, não a conheço o suficiente para poder pronunciar-me. Como ser humano, obviamente lamento muito.

Nota: Reconheço que este post, escrito nesta altura, não será muito simpático. Mas esperem só até ouvirem Mário Soares, daqui a uns tempos, a fazer o seu elogio.

Os bandidos que ocupam o poder

Se um restaurante tem facas de cor errada, é alvo de atenção por parte da ASAE. Mas se há pessoas a morrer de cancro por causa de amianto no  edifício onde se trabalha, já o local não pode ser fechado por falta de verbas para mudanças. Que,  nos tempos de contenção que vivemos, as finanças têm que autorizar a despesa, diz o Secretário de Estado. Depois de ter havido verba para a Assembleia da República aumentar a sua própria despesa.

O Ministério do ambiente conhece o caso e sabe do amianto.  Há 19 casos de cancro confirmados em funcionários da Direção-Geral de Energia mas o Secretário de Estado disse que não se pode estabelecer uma relação causa-efeito.

Eu tenho uma ideia, sr. Secretário de Estado. Já que não há verbas e não havendo causa-efeito, vão estes trabalhadores para o seu gabinete e vai vossa excelência para o edifício com amianto. Com certeza que não tem nada a opor, pois não?