O novo rei fez um discurso sobre a Espanha moderna e a seguir saiu para as ruas (desertas) no Rolls-Royce comprado por Franco.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O novo rei fez um discurso sobre a Espanha moderna e a seguir saiu para as ruas (desertas) no Rolls-Royce comprado por Franco.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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no tempo do Franco era já uma grande reinação para esta pandilha.
faço aqui um copy/paste de um comentário no Blasfémias que, parece-me, resume bem a questão de Monarquia vs República:
“Escreve o autor do post, “os críticos da monarquia apontam 4 razões pelas quais este formato tem sérios problemas em relação à república, a saber:
1.Forma de sucessão;
2.Incerteza de competência;
3.Possibilidade de autoritarismo;
4.Inimputabilidade”.
Resposta:
1.ª- A forma de sucessão é nos nossos dias a dinástica na maioria das monarquias que existem – não em todas, vg. o Vaticano – por uma questão de pragmatismo. O melhor exemplo é o das monarquias peninsulares: sendo todas derivadas da monarquia visigoda a sucessão dinástica surgiu com o tempo já que os Reis visigodos eram eleitos.
2.ª-Incerteza de competência, ocorre em república ou em monarquia. Se olharmos para as biografias de todos os presidentes da república portuguesa desde 1910 percebe-se que, no geral, o que tivemos foi a “certeza da incompetência” até ao dia de hoje.
3.ª- A maioria das monarquias europeias são democracias há muito mais tempo do que muitas repúblicas como a nossa. Por outro lado, os regimes mais autoritários de que há memória – nazismo, estalinismo ou maoismo – existiram em república e não em monarquia.
4.ª- O principio da inimputabilidade do chefe de Estado tanto pode existir em monarquia como em república. É normalmente matéria constitucional.”
Em Portugal jamais um político sairia à rua, deserta ou não, num carro de Salazar. Nem sequer num carro do antecessor no cargo que ocupa. Aliás, trocar de carro é das primeiras tarefas que incumbe o seu chefe de gabinete. E nada tem a ver com República vs. Monarquia, mas com Portugal mesmo…
🙂 mais do mesmo.