Depois das selfies, as renfies
Vieira não negociava abaixo dos 20 milhões
Mas Garay acabou por sair por 6M, dos quais apenas 2,4M ficam na Luz. Saldos?
Nada de novo na República das bananas
E a piada do dia vai para…
Carlos Costa, governador do Banco de Portugal e potencial substituto de RAP na Mixórdia de Temáticas!
Uruguai chama Cesar Millan
Uruguai chama Cesar Millan para resolver problema de Luis Suárez.
Conversas em Família, reeditadas
Ouvi Carlos Magno no Contraditório da Antena 1, anos a fio, bater nos jornalistas, sobre a falta de qualidade do trabalho deles e sobre a forma como pegavam nos temas, seguindo agendas partidárias, em vez de se orientarem por critérios jornalísticos.
Agora acha que um canal televisivo de propaganda estará dentro do espírito da lei. Ou seja, que mostrar “obra feita” cabe em “organização de serviços de natureza doutrinária, institucional ou científica”. Arons de Carvalho, outro socialista, concorda, e nem o deve espantar, face à gigantesca máquina de propaganda que foi o anterior governo.
Estou entusiasmado. Já imagino um programa doutrinário baseado na personagem do Squealer, o porco de Animal Farm que, às escondidas, emendava os mandamentos acordados, conforme lhe desse jeito. Para a componente institucional, nada como um frente-a-frente semanal intitulado “Ja, liebe Merkel”. E a parte científica poderá resumir-se a trazerem para o formato televisivo a actual prática de lançarem rumores na comunicação social para testarem a reacção a medidas que queiram implementar. Uma espécie de método científico, portanto. Teremos, sem dúvida, belos serões de conversas em família.
[Imagem: 1984]
The next step of propaganda
Do PSD para o país, financiado pela clientela e pelos otários do costume.
Ainda o erro do exame de Português de 12º
A propósito do erro no recente exame de 12º de Português, aqui ficam a sequência dos factos e algumas observações.
1 – no Grupo II, pedia-se aos alunos que classificassem o acto ilocutório presente em “Como um dia veremos.” A citação corresponde ao último período de um texto de Lídia Jorge sobre Eça de Queirós publicado na revista Camões. Na versão online, faltam os dois períodos finais: “O que não parece vir a propósito, embora venha. Como um dia veremos.”
2 – a primeira versão dos critérios de classificação do exame impunha que os professores classificadores aceitassem apenas a resposta “Acto ilocutório compromissivo”. Só nesse caso, os alunos poderiam ser contemplados com o meio valor previsto, o que, parecendo ínfimo, pode ser decisivo em diversas circunstâncias.
3 – vários professores, no entanto, afirmaram que se trataria de um acto ilocutório assertivo, o que deveria obrigar, no mínimo, a aceitar as duas respostas. Os interessados em distinguir os dois actos ilocutórios poderão, facilmente, obter a informação necessária. Se estiverem interessados na fonte oficial, poderão visitar a página do dicionário terminológico, escolher o separador “Procurar” e escrever “acto ilocutório”.
4 – o IAVE (Instituto de Avaliação Educacional), num primeiro momento, negou a existência de um erro, dando instruções para que os professores classificadores aceitassem apenas a resposta prevista nos critérios.
5 – as opiniões dividiram-se o suficiente para que o IAVE acabasse por reconhecer a existência de um problema, passando a permitir que ambas as respostas fossem consideradas correctas.
Passemos às observações: [Read more…]









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