Os telhados de vidro ortográfico do Blasfémias

Espero, por estes dias, escrever mais demoradamente sobre a divulgação dos erros ortográficos cometidos por alguns professores que realizaram a chamada prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades (PACC).

O inestimável Vítor Cunha já veio regurgitar a sua opinião. Ainda e sempre intoxicado por um cocktail em que estão misturados anticomunismo primário, ódio à administração pública e ignorância atrevida, é natural que seja incapaz de raciocinar ou de sentir empatia. Só isso explica que cometa a deselegância de chamar “proto-candidatos” a cidadãos com habilitação para dar aulas.

Não quero transformar esta questão dos erros ortográficos da PACC numa espécie de “quem diz é quem é”, mas, ainda assim, apetece-me relembrar o texto em que José Manuel Fernandes utilizou o particípio “fazido”.

O próprio Vítor Cunha, curiosamente, recorre ao neologismo “protocandidato” impondo-lhe um hífen contrário às regras, como poderia descobrir em qualquer prontuário.

Comments


  1. pobre obcecado. deve sonhar com professores, sindicalistas e comunistas todas as noites. Com jeito já foi violado pelo Mário Nogueira num desses sonhos. ou em todos…

    mas não conhecia essa do “fazido”. é muito grave, principalmente quando vindo de tão douto académico como o senhor Fernandes!

    • José Peralta says:

      “Douto académico” o sôr fernandes ?

      Talvez ! Mas, a ser assim, parece-me que aquela cabeleira oleosa (aliás, todo ele é oleoso…), é obstáculo a que o “academismo” lhe saia do pequeno cérebro…

      Quanto ao pequeno cérebro do vitinho cunha, esse é ao contrário do do sôr fernandes :

      Tem um canal de purga, com ligação directa à sarjeta que é o blasfémias !


  2. O que soa a um cidadão comum é que já se esperava que anos de acentuada queda dos resultados na escola publica, negociações e cedencias absurdas iam desprestigiar uma classe que gozava em 74 dum nitido prestigio público.
    Pelo meio milhares de alunos foram mal preparados sem necessidade, enrolados na irresponsabilidade de pseudo ministros de educação que se resumiam a negociadores com sindicatos= parece-me que demagogicos


  3. Já não há temas bonitos e inteligentes e culturais no aventar mesmo dando panaca – isto é de um nível de rating menos 3 B


  4. O que fazem os professores para rejeitar o OA ?? Aliás como TODOS os jornalistas ??

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