Benfica-Porto

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As áreas de serviço da A1 estão hoje repletas de patrulhas da GNR. Imagino que no anterior Porto-Benfica tenha sido semelhante. Aliás, o cenário de forças policiais em trabalho reforçado por causa da bola é recorrente. Este aparato policial deve ficar caro aos clubes. Porque são eles que o pagam com as receitas de bilheteira e dos diversos contratos associados, não são?

Comments

  1. ausente says:

    Espero que seja o futebol ou os seus apaniguados a pagar esses servicos para evitar algumas pessoas, tais como arruaceiros e ladroes que cometam as suas futebolisticas proezas. Tudo pelo futebol e nada contra o futebol. A Nacao agradece e o povo induca-se.


  2. Os clubes apenas pagam o policiamento dos seus estádios. E são também responsabilizados por atitudes dos seus adeptos organizados quando estes provocam tumultos. Não é o caso das áreas de serviço. Existe uma vigilância reforçada hoje para evitar tumultos., mas provavelmente as claques organizadas nem são autorizadas a parar por lá. Habitualmente param nas paragens onde apenas existe WC.

  3. martinhopm says:

    OU seja, é o Zé que paga essa mobilização da PSP, como se de uma guerra se tratasse. Considero indecente. Deviam de ser os clubes de futebol a desembolsar. Voltamos ao Fátima, futebol e fado?

    • Costa says:

      Com um curto interregno povo-mfa; mfa-povo, nunca de lá saímos. E se o fado foi um bocado mal tratado nesse interregno, a bola e Fátima sempre se aguentaram bem.

      Hoje, Fátima tem a força que tem (e terá, mais ainda enquanto o empobrecimento metódico grassar como grande e irreversível desígnio nacional); não há “família bem” onde não seja fino ter um menino ou menina a cantar o fado (havendo-os também, fadistas – para além do “histórico” dessas coisas -, com reiterado empenho em manifestar a sua orientação de esquerda, uma esquerda forçosamente chique, pois o fado deixou de ser reaccionário, machista e marialva); e quanto ao futebol, nunca como hoje foi o ópio do povo (ópio carinhosa e abundantemente prescrito por uma legião de “comentadores” que percorrem quase todo o espectro partidário, da direita à esquerda – afinal, dá visibilidade – e cavalarmente servido em tudo quanto é meio da alegada comunicação social; é que o embrutecimento da turba é uma ferramenta de universal utilidade, seja o tempo o da outra senhora ou o desta, sejamos de direita ou de esquerda).

      Costa

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