O Mamadou fica, os fascistas vão embora!

Pode ser um desenho animado de texto que diz "0 QUE FOI, MAFALDA, FICOU LOUCA? A GENTE TEM QUE CAMINHAR NHAR COM A HUMANIDADE, MIGUELITO CAMINHAR COM A HUMANIDADE!"

Juntei-me aos muitos que têm vindo a público deixar Em Carne E Osso que não queremos andar para trás em matéria de direitos adquiridos e de civilidade. A ofensiva contra Mamadou Ba tem uma intenção clara e, independentemente do acordo ou desacordo com o que ele pensa e diz, todos devem levantar a sua voz contra a tentativa de o silenciar, seja pela catadupa de ameaças à sua integridade, seja pelo mais recente apelo a que seja expulso do país.

Aqui fica o meu testemunho:

Quem manda outros para a sua terra devia lembrar que os seus países já ocuparam a terra de quem querem expulsar. É todo um tratado sobre o alheio e não é à toa que seja um insulto vezeiro em países com pegada colonial. Não querem na sua terra quem vem de outra terra, mas aplaudem quando foram os seus a ir para as terras de quem querem expulsar, fazer bem pior do que trabalhar, pagar impostos e sobreviver. Quando a situação política e económica se degrada há uma tentação forte para algumas vítimas culparem outras vítimas, mas não faz sentido escolherem como alvo os que já foram vítimas do cadastro do seu país. Conheço o Mamadou há vinte anos. Estive com ele em dezenas de batalhas. No campo anti-racista mas também por direitos laborais e sociais. Foram mais as vezes que discordámos do que aquelas em que estivemos de acordo, mas ficou a certeza, que estou certo que ele partilha, que estamos na mesma trincheira na defesa dos direitos humanos e no desejo de uma sociedade que não se baseie na exploração do ser humano pelo ser humano. Mamadou é mais português do que qualquer fascista, pois a nacionalidade do fascismo é a ditadura dos patrões contra quem trabalha, o esmagamento dos de baixo, onde Mamadou se encontra, e o paraíso da casta que a cada dia tenta que Portugal recue dos seus avanços.

Comments

  1. Albano de Campos says:

    Renato Teixeira, no limite, vc vai ter q escolher de q lado está.
    Ou está c/ os portugueses, ou está do lado de Mamadou!
    Lembre-se q uma poia de bosta, por mtas votas q lhe dê, não tem 1 lado limpo por onde lhe possa pegar.
    Parece-me q nesta fase, vc já se borrou.
    Não se admire de num futuro imediato, notar q cada vez está + sozinho.
    Ninguém quer acompanhar 1 individuo q tresanda.
    Não se queixe, foi vc q apostou no cavalo errado !!

    • Renato Teixeira says:

      Eu não aposto em cavalos, só no Placard, de quando em vez. Já o Albano devia repensar o país onde quer viver, já que não aprecia este onde cabem todos os Mamadou. Pode escolher, Hungria ou Filipinas? Singapura ou Brasil?

      • Albano de Campos says:

        Renato, não sou eu q tenho q repensar onde quero viver.
        Essa é a questão q tem q colocar ao Mamadou.
        Eu sou nativo, amo Portugal e de cá viver. Respeito as polícias, respeito brancos, negros, ciganos, etc
        Nunca pretendi, nem pretendo eliminar ninguém, tenha a cor q tiver.
        O Mamadou, se não se sente bem cá, obviamente, mude-se q não deixa saudades nenhumas !

        • Renato Teixeira says:

          Ele está bem cá, é, também, português. Quem não entende que ser português inclui todos os que cá escolheram viver não entende nada do que é ser português. Você não tem que repensar, é um direito seu. Ele não tem que sair, goste mais ou menos do que ele diz.

        • Paulo Marques says:

          Se respeita todos, coisa que duvido se respeita a polícia, então sente-se atacado porquê? Eu não.

          • Albano de Campos says:

            Sr. Paulo Marques, respeito tds menos esse tal de Mamadou e outros, q como ele profiram alarvidades racistas,xenófobas e bacocas !
            Duvidava, ficou esclarecido.
            Obviamente q respeito as policias, não sou como mtos q não respeitam, pelo contrário,ofendem, mas quando se sentem apertados, ligam logo pró 112.
            Eu não me sinto atacado, eu fui atacado por esse projecto de activista falhado, quando vociferou q era preciso acabar c/ o homem branco, entre outras atoardas proferidas por esse pseudo-educador dos fracos e oprimidos de côr.
            Vc diz q não se sente ameaçado. Depreendo então q vc não é branco, daí que…
            Se é branco e sustenta o discurso de ódio deste terrorista politico e social, ainda pior pq é cúmplice dele !!

    • Pimba! says:

      O Mamadou é português, logo essa é uma escolha inexistente.
      Agora entre escolher entre racistas e humanistas… o Mamadou fica, os fascistas que saem, que só estão a emporcalhar!

      A poia de bosta… é o Albano!

      • Albano de Campos says:

        De 1 individuo q tem por “nickname”, Pimba, não se podia esperar outra resposta, q não fosse “pimba” !
        Do Renato, não surpreende pq sabe-se q é 1 avençado do Mamadou e ao q vem.
        De si não se sabe nada. Se é homem, mulher, branco, negro, amarelo ou vermelho. Depreende-se porém, q apoia 1 individuo q é português por decreto, não nativo, q depois de ter sido acolhido, morde quem lhe deu a mão, q tem na sua génese, cuspir no prato onde acabou de comer.
        1 personagem q no seu ideário politico, acabar c/ o homem branco, q trata as policias como bosta, é o seu referencial de humanismo e cidadania ?
        Este Mamadou pode ser o seu guru, não é o da esmagadora maioria dos portugueses, sejam eles de esq. ou de direita.
        Este Mamadou, é sim um oportunista e um terrorista politico, tal como o tipo do Chega.
        Tipos como Mamadou envergonhariam Nelson Mandela, Martin Luther King e Mahatma Gandhi, referências do activismo político, tanto por causas de minorias, como pela luta independentista.
        Que me perdoem os falecidos, pq só a comparação é ofensiva à sua memória e ao seu legado mas, “noblesse oblige”.
        Quanto ao seu ataque “ad-hominem”, apodando-me de “bosta”, só revela q vc não consegue ver 1 palmo à frt do próprio nariz.
        De tanto admirar esterco, vc acha q os limpos é q cheiram mal !
        Desintoxique-se homem !!

  2. Roberto Paulo says:

    Mamadou encontra-se nos de baixo? Ó balha-me Deus! Que disparate!

  3. JgMenos says:

    Nesta caricatura de país em que Portugal se transformou há uma nova profissão com elevadíssimo número de candidatos: lutador por direitos sociais.

    Decoram o vocabulário do corretês esquerdalho, cuidam de propagandear ameaças fascistas, racistas, nazis, e ofensores de todo um sempre crescente catálogo de direitos desde que lhes possa garantir a existência de lutadores por uma fatia do orçamento que quem trabalha tem de alimentar.

    E vêm de longe, fazem-se refugiados, explorados, injustiçados, o que mais convenha para qualificação para esse desempenho.

    Hoje em dia é mais rendoso do que essa outra profissão também com larga clientela – os trabalhadores da cultura – sem terem de decorar textos complexos e sujeitarem-se a fazer umas cenas para plateias com meia dúzia de amigos.

    • Renato Teixeira says:

      Não quero imaginar o que seria o seu mundo perfeito, sem gente da cultura nem gente de todos os lados.

    • POIS! says:

      Pois aqui está! Justiça seja feita!

      Pelo Menos, complexidade é o que aqui não falta! Obra de JgMenos, de um trabalhador da cultura, mas com S grande!

      Não foi um acaso ter sido contemplado com o alto patrocínio da “Renova”.

    • Paulo Marques says:

      Decoram o vocabulário do corretês direitolo, cuidam de propagandear ameaças comunistas, socialistas, ciganas, e ofensores de todo um sempre crescente catálogo de direitos desde que lhes possa garantir a existência de lutadores por uma fatia do orçamento que quem trabalha tem de alimentar.
      E vêm de longe, fazem-se empreendedores, criadores de emprego, criadores de riqueza, o que mais convenha para qualificação para esse desempenho.
      Hoje em dia é mais rendoso do que essa outra profissão também com larga clientela – os MBAs – sem terem de decorar textos complexos e sujeitarem-se a fazer umas cenas para conferências com meia dúzia de amigos.

  4. Filipe Bastos says:

    Mais um fã do Mamadou no Aventar. Copy-paste:

    Teixeira, entenda que se chatear africanos, asiáticos, árabes, aborígenes, lituanos ou esquimós todos eles – todos! – o mandam ‘para a sua terra’. É uma reacção natural e humana.

    A discriminação do outro, a noção de o outro ser outro e não ‘um de nós’, é natural e humana. É uma das faculdades, hoje defeitos, que nos permitiu evoluir e sobreviver.

    Querem agora fazer de conta, v. e a esquerda identitária, que se um tuga branco fosse ao Congo ou à China falar em ‘matar o homem negro’ ou chamar racistas aos chineses – enquanto lhes mamava um tacho – seria bem recebido?

    Temos de ser melhores? Com certeza. Mas não fazendo de conta que o mundo nasceu ontem; ou que raças e outras obsessões identitárias são o que divide o mundo – e não o dinheiro.

    V. até é de esquerda, homem: deixe-se de histeria woke. Foque-se no que interessa, na verdadeira desigualdade. Um preto rico vale por mil brancos pobres. Acorde.

    • Renato Teixeira says:

      Por certo a classe manda mais que tudo o resto. O que você ainda não entendeu é que o Mamadou é, também, português.

      • POIS! says:

        Claro!

        Desde há uns tempos, coincidindo com a gloriosa ascensão do Venturoso Enviado da Providência, diversos comentadeiros destas caixas começaram a tremer de excitação: finalmente ouviam-se “as verdades” e acabava-se com o “politicamente correto”.

        Depois descobriram que as “verdades” ficam com quem as pronuncia e que o fim do “politicamente correto”, afinal, “corre-nos a todos”. E ficaram muito indignados.

        Quando o Mamadou, afinal, lhes fez a vontade: se acha que é verdade que há racistas disse-o abertamente e apontou alguns. E se os mesmos o mandaram “para a tua terra”, não se limitou a dizer que “temos todos de dialogar, e evoluir devagarinho, há bons e maus e tal…”. Pronto, acabou o “politicamente correto”. Afinal não gostam?

    • Filipe Bastos says:

      O Mamadou é um imigrante do Senegal que se naturalizou português. É português no papel. Tal como eu serei senagalês no papel se agora lá for viver e pedir a nacionalidade.

      Até ma podem dar; mas quem me veja ou ouça, mesmo daqui a vinte anos, saberá que não sou senegalês. Para um africano seria mais fácil. Ou acha que não?

      E sabe como um imigrante se pode integrar? Regra nº 1: não insultar os novos compatriotas. Nº 2: não viver à conta dessa vitimização, quando claramente não é uma vítima – tem palanque e está sempre a mamar tachos e subsídios.

      Li que o Mamadou chegou a trabalhar cá nas obras. Não sei se é verdade, mas a isso daria valor: à sua vida como imigrante nas obras. Disso a esquerda já não fala; já não rende. Hoje é só histeria woke, ‘activistas’ chulos e chicana racial.

      • abaixoapadralhada says:

        “Disso a esquerda já não fala”

        Mas fala o fascistoide envergonhado e escondido

      • POIS! says:

        Pois vamos lá a ver…

        Então não me diga que, para si, já há portugueses por direito divino (os bastos verdadeiros e tal) e outros que vieram “cá ter”.

        Os segundos não podem “insultar” assim os “novos compatriotas”. Já os primeiros têm o direito ao insulto à fartazana, com ou sem motivo, e à imputação dispensada de provas e motivos.

        Chamar “cabeça de porco” a um inofensivo comentador, por sinal bastante correto na linguagem que utiliza, para si, não é insultuoso?

        E repetir imputações sobre pedofilia, quando as suas provas são iguais às minhas, ou seja, nenhumas, a pessoas que foram ilibadas nos tribunais também não é?

        E dizer que o Primeiro-ministro se está a borrifar para as mortes, acusando-o, na prática de múltiplo homicídio com dolo eventual (que V. Exa. se dispensou de denunciar ás autoridades competentes, com desculpas esfarrapadas) também não?

        Para o Sr. Bastos a liberdade de expressão foi inventada para ser utilizada por sumidades do seu Calibre de Cidadão de Primeira Superior e não para tipos da ralé como o Mamadou Ba, a quem a “gente” fez o favor de dar um cartãozinho de identidade porque era bonzinho quando trabalhava nas obras.

        Foi V. Exa. que disse que se estava a borrifar para a presunção de inocência. Pelos vistos, o Mamadou, no mínimo, seguiu os seus conselhos e borrifou-se também. Só lhe resta, a si, ser coerente e aceitar.

        Ou estar quieto. Quem o diz? Eu. Que parece que sou cidadão português há mais tempo que V. Exa. Nestas coisas a antiguidade já não conta?

      • Paulo Marques says:

        A esquerda não fala na sua cabeça, só se for, onde só há espaço para o grande e original Bastos.

      • Filipe Bastos says:

        Pois não é isso: claro que o Mamadou pode dizer o que quiser. Falo da opinião geral, do que o faz ser hostilizado. Acho bem que fale à vontade; acho mal que o queiram calar. Tal como acho mal ‘cancelarem’ o Ventura.

        Paradoxalmente, Mamadou e Ventura são parecidos: ambos vivem de ‘polémicas’ da treta e do palanque que estas lhes dão; e ambos querem passar de chulecos a chulões.

        Só carneiros e palermas se deixam ‘triggar’ por eles. E repito, se fosse eu ou v. a emigrar para o Senegal ou para a China e a dizer o que ele diz, como acha que nos recebiam?

        Sobre as suas obsessões do Bosta, da pedofilia, etc., não sei que mais lhe diga. V. é incapaz de perceber que ser FDP não é crime; e que esperar que a justiça funcione nesta coutada de trafulhas e mamões é crer em unicórnios.

        • POIS! says:

          Pois, responde-lhe o BOT:

          “E sabe como um imigrante se pode integrar? Regra nº 1: não insultar os novos compatriotas”.

          Ou seja: nem o Bastos, nem aqueles que o Bastos insulta.

          Foi um tal Bastos que escreveu.

          Tenho dito.


  5. Renato Teixeira, NÃO!… Não está sozinho!… Somos muitos mil e fazemos milhões, contra os fascistas xenófobos. Esses de tão cegos pela sua profunda ignorância, é que nem olham para trás, para verem que NINGUÉM de jeito e de bem os segue, nessa sua cruzada fascista, que apenas demonstra o quão doente a sociedade está. A ignorância apenas provoca o medo e tal como os cães de fila, quando com medo, mordem a tudo e a todos, sem sequer entenderem o que quer que seja, estão raivosos e a doença tolheu-lhes o já de si, pequeníssimos cérebros, que teimam em não usar.
    Não esquecer que o seu líder Ventura, estava e continuou no PSD, a quando do roubo vergonhoso de muitos milhões que o seu partido ROUBOU a Portugal e aos Portugueses.
    Triste memória para nós seres pensantes, mas inexistente nessas coisas que se julgam seres humanos sociais.

    • Filipe Bastos says:

      Se acha que é preciso ser “fascista xenófobo” para criticar um chulo oportunista como o Mamadou, ou a colega dele do SOS Racismo que diz ser “impossível haver racismo negro”, é natural que encontre muitos fascistas.

      Aviso já que vai encontrar cada vez mais ‘fascistas’; e cada vez mais pulhas como o Ventura a aproveitar a vossa histeria para receber mais atenção e mais votos.

      E se quer falar de roubos vergonhosos, nunca esqueça o que abriu as portas a Passos: o roubo da máfia do 44, a máfia do Bosta, a máfia do PS. A mesma que nos rouba agora.

      • Paulo Marques says:

        Engaçado, a “culpa” é dos “socialistas”, por isso toma-se a atitude não racista de bater em pretos e ciganos. Faz sentido. Uma justificação nova que nem lembrava ao Adolfo.

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