…porque aos mal intencionados não vale a pena.
Citações: O Liberalismo explicado às criancinhas…
17/03/2021 by Fernando Moreira de Sá
Filed Under: sociedade Tagged With: antónio costa, estado, IL, liberalismo, portugal, socialismo
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
…porque aos mal intencionados não vale a pena.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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Pois fiquei deveras surpreendido!
Quando segui o “link”. Estava á espera que o autor fosse francês. Um tal La Palisse, um conhecido liberal-mosqueteiro, também conhecido como Jacques de las Chabanes.
Embora eu defenda, por razões muito liberais e tal, a privatização das Forças Armadas e a nacionalização dos cabeleireiros.
Sim, porque uma coisa que preocupa qualquer liberal é a ineficiência. Por que razão deve existir uma coisa enorme de gajos fardados com bonés e tudo, que vivem dos nossos impostos, se há décadas não matam nenhum espanhol?
E, quanto aos cabeleireiros, a nacionalização impõe-se para que se possa regular a proliferação de penteados, evitando-se sobretudo carapinhas e térerés que são uma provocação à nossa cultura e aos nossos ancestrais costumes!
E também porque se os funcionários do Estado, como denunciam destacados liberais, passam os seus dias lá nos salões, haveria toda a vantagem em tornar os industriais do cabelo funcionários públicos.
Bastante esclarecedor, sobretudo por aquilo que não diz.
Tal como um ateu, quando está aflito, grita por Nossa Senhora, um liberal grita pelo governo.
Aliás, depois de “acho” não deve haver palavra mais pronunciada neste pais nos últimos tempos do que “governo”.
Sugiro que repesquem a recente intervenção do Cotrim Figueiredo no parlamento a questionar o Ministro das Finanças.
O post são realmente lapalissadas, mas o artigo linkado vai ao tema: a TAP. Este governo já lá enterrou e vai enterrar muitos milhares de milhões, que tanta falta fazem para outras coisas.
Um bom exemplo de abuso de poder, de uma decisão grave tomada à revelia dos eleitores, dos contribuintes, de toda a população, por uma classe pulhítica – e sucateira – que faz o que lhe dá na gana.
E isto antes de discutir em que áreas o Estado deve ou não intervir; sejam quais forem, é absurdo e obsceno que um governo possa assim enterrar um país sem qualquer validação democrática.
Infelizmente, é a norma: assim fazem todos os governos. É lembrar os ‘desígnios nacionais’ do 44, as PPP criminosas, as privatizações de Passos… crimes lesa-pátria que ficam impunes.
Democracia? Bardamerda.
Portanto, o liberalismo é qualquer coisa entre aquilo que ninguém quer, e o oposto que ninguém quer.Estou esclarecido.
Tem toda a razão!
E a prova disso é que a única coisa comum nos discursos dos nossos liberais é a expressão “eu não quero(…)”. A partir daqui já se notam umas certas diferenças.
“Um infinito nº de negócios que podem e devem ser satisfeitos pelo mercado”. A Banca é certamente um deles, para poder assaltar países inteiros à conta do “Urso”. O Big Pharma é outro, para com as suas patentes reforçadas (vivó mercadinho), poder chantagear e esmifrar fortunas aos submissos governos. Realmente, nada como o mercado para resolver os nossos problemas. Os EUA que o digam.
Porque será?????
Um indivíduo economicamente liberal poderia dizer-lhe que o problema é serem demasiado grandes para falhar ou sequer ser regulados. Um liberal dos que temos diria que surgirá outro que faça melhor, porque forças monopolistas é ficção. Mesmo que se espatife, outro surgirá das cinzas com rapidez suficiente para continuarmos a ter sociedade.
Por alguma razão, muito pouca gente leva a última opção a sério.